Vampires Diaries RPG
Se perca em um mundo desconhecido, cheio de mistérios, magias e perigos. Uma pacata cidade que esconde em suas avenidas histórias inimagináveis. Onde a morte, que outrora era a única certeza da vida, se torna tão duvidosa quanto os pensamentos distintos que todos escondem em seu subconsciente. Seres sobrenaturais vagam naturalmente no meio dos humanos, em uma rotina nada normal. E segredos são descobertos a cada instante.
Venha conhecer a cidade mais surreal dos Estados Unidos, Mystic Falls.

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Sophia Beker

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Sophia Beker

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MensagemAssunto: Sophia Beker Qua 27 Nov 2013 - 23:33

Missões



O Encontro


Eis que as máscaras caem e todos se tornam o que a sociedade os impôs. Inibidos, sem imaginação, apenas um igual ao outro sem autonomia ou dicção para falar suas próprias falas. [...] No circo todos são assim. Mas há aquele momento em que cada um, por trás de suas maquiagens, pode ser o que quiser, pode falar, brincar, sorrir e cantar a música da desgraça no teatro da encenação do mundo vivido por todos que estão assistindo. [...] A tenda principal estava armada. O Espetáculo iria começar. Do lado de dentro, todos vestiam o seu ser impudico, sem moral, apenas com o objetivo de ser eles mesmos e divertir um público ávido por essa imoralidade...  Do lado de fora um formigueiro de pessoas andava de um lado ao outro a procura de como entrar primeiro, ou mesmo de onde comprar os ingressos para ali entrar.

De fora dos portões circo, Sophia esperava por alguém. Não é que tivesse medo de entrar... Certo, talvez tivesse um pouco, mas estava puta por ter sido deixada plantada ali. Olhou para os lados, não conseguia reconhecer ele em meio a multidão, então decidiu entrar sozinha mesmo. “ Foda-se. Não irá ser um filho da **** ou esses malditos palhaços que irão me impedir de ter uma noite divertida” pensou e logo entrou na fila para comprar o seu ingresso. Não se lembrava de ir a um circo desde pequenininha... E aquela não havia sido uma experiência boa. Respirou fundo e, quando chegou a sua vez, comprou seu ingresso e logo entrou pelos portões.

Era visível como as pessoas ficavam a vontade ali. Crianças podiam ser bailarinas e domadores de leões, adultos podiam ser por um breve momento crianças novamente, adolescentes podiam procurar algum canto vazio e escuro para “aproveitarem a noite”. Enfim... Ninguém tinha medo de sonhar dentro do circo.  Todos entravam mais ou menos em fila indiana para a lona principal do circo e Sophia não era diferente. Um pouco antes de entrar, sentiu um arrepio. Olhou para um lado e pro outro e não viu nada, mas, quando estava entrando, ouviu seu nome. Ela procurou novamente e acabou voltando, para ver o que era aquilo. Podia ser seu boy magia chegando atrasado, certo? Mas podia ser qualquer um chamando qualquer outra Sophia também... Anyway, ela tinha esperanças.

[...]
Faltavam poucas pessoas para entrar e, de dentro da lona, já era possível ouvir aquelas músicas sinistras e alegres que você só escuta em um circo. Sophia havia procurado por todo lado, e não havia encontrado. ”por isso odeio homens u.u se tivesse marcado com uma mulher ela já estaria aqui, certamente”, pensou, mas, quando ia finalmente entrar, ouviu um choro. Não parecia um choro simples de uma criança... Era algo estranho, mas as figura sentada perto das tendas dos jogos chamou atenção da menina. Era um menino, não devia ter mais de sete anos, e era muito magro. Estava sentado na escadinha de madeira que levava para a casa dos espelhos e tinha o rosto apoiado nas mãos. Parecia estar perdido.

Sophia não queria, realmente, se aproximar, mas não podia deixar uma criança desamparada, não é ? Bem... Quando ela chegou perto da criança ela se perguntou se não devia ter entrado na lona principal. O choro parou assim que a menina se aproximou e o menininho a olhou com um sorriso angelical, que contrastava diretamente com o olhar macabro que ele lançara a elaHey...moça. Eu... Eu preciso de ajuda – ele disse, e, no mesmo instante todos os pelos do corpo de Sophia se eriçaram de medo. Ela não queria ajudar,mas, por algum motivo que não sabia explicar, se abaixou e olhou diretamente ao menino.
- Você está perdido? – perguntou. Sua respiração não estava normal. Tudo dizia para ela sair logo dali, mas o corpo dela não obedecia. Naquele momento pode sentir o cheiro nauseante vindo da mão do menino. Coçou o nariz e fez uma careta.
- Sim... Eu estava pegando essas flores pra minha mãezinha doente e... E eu me perdi aquilo até poderia ser verdadeiro se eles estivessem em algum lugar que tivesse...flores. Você vai me ajudar, não é? – ele continuou.


A Entrega


Sophia parecia impelida a ajudar, principalmente quando o menino expressou o desejo de que ela o fizesse. Mesmo estando se cagando de medo, Sophia estendeu a mão. – Vamos, eu vou te ajudar – repetiu praticamente as palavras do menino e seguiu de mãos dadas com ele por entre os brinquedos e barracas de jogos. Não andaram muito. Entraram cada vez mais pra dentro do circo, até que Sophia viu vários trailers apagados, cujas luzes começaram se acender de acordo que se aproximavam.

-É aqui? Mas... eu pensei que você estava perdido! disse surpresa. Aquele lugar era realmente pavoroso e cheirava mil vezes pior que o odor que saia do menino. Ele apenas sorriu e estendeu a rosa murcha que estava em sua mão
-Cheire – foi tudo que disse. Ela hesitou, mas ele ordenou novamente, de forma que ela o fez – Obrigado, Sophia. Nós precisávamos de você.

Ela franziu o cenho e quis perguntar como o garotinho sabia seu nome... Mas resolveu não perder tempo, tratando de tentar sair dali o mais rápido o possível... Mas o corpo dela ficou mole... As pernas bambas... E a última coisa que se lembra daquela noite, foi de cair no chão e, imediatamente ver várias sombras se aproximando dela...


------//-------

Na manhã seguinte ela acordou com o sol batendo em seu rosto. Estava sentada em um banco da praça pública, mas se sentia maravilhosamente bem. Não entendia o que havia acontecido na noite passada, nem como havia parado ali naquele banco. Mas seja qual for a explicação para isso ela havia concluído duas coisas: Nunca mais iria em um circo e Nunca, nunquinha mesmo, ajudaria crianças com um olhar tão sinistro como o daquele menino.

Talvez se ela fosse uma pessoa normal, ela fosse na polícia, mas bem... Ela teria mais problemas com a polícia do que, aparentemente teve naquela noite. Então, depois de se espreguiçar, ela se levantou e resolveu voltar para a pensão em que estava hospedada... Sentia-se como se pudesse fazer qualquer exercício que quisesse... E isso era muito estranho. Ela costumava ser bem sedentária.


Sophia Marie Beker

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