Vampires Diaries RPG
Se perca em um mundo desconhecido, cheio de mistérios, magias e perigos. Uma pacata cidade que esconde em suas avenidas histórias inimagináveis. Onde a morte, que outrora era a única certeza da vida, se torna tão duvidosa quanto os pensamentos distintos que todos escondem em seu subconsciente. Seres sobrenaturais vagam naturalmente no meio dos humanos, em uma rotina nada normal. E segredos são descobertos a cada instante.
Venha conhecer a cidade mais surreal dos Estados Unidos, Mystic Falls.

Vampires Diaries RPG


 
InícioPortalFAQBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
A partir de agora, os Lobos evoluem de forma igual aos Vampiros, através de posts! CLIQUE AQUI
Seja bem-vindo(a), Convidado.
O MYSTIC NEWS está de volta! Se atualize!! ACESSE

Compartilhe|

Elena Gilbert

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo
AutorMensagem

Vampiros
avatar
Nome de Usuário:
Elena Gilbert

Linhagem : Niklaus Mikaelson
Criador: : Damon Salvatore
Mensagens : 339
Dólares Dólares : 12192
Data de inscrição : 04/01/2013
Idade : 25
Localização : Mystic Falls

Ficha Mística
Pertences:
Poderes:
Barra de Conduta:
10/10  (10/10)

MensagemAssunto: Elena Gilbert Ter 3 Dez 2013 - 17:09

Missões
Elena Gilbert

Encontro
A noite assolava a pequena Mystic Falls, a cidade tinha se tornado tão obsoleta que o único som audível era os dos animais noturnos. Vagueava pelas avenidas de forma ligeira, procurando naquelas ruas algum sinal de vida. A fome era a única coisa que me aquecia, de maneira mórbida ou de maneira crucial, indaguei por longos segundos em meus anseios do que poderia me alimentar naquela inércia em que me encontrava, nem mesmo conseguia inalar o sangue dos animais, tampouco outras essências vitais.  Sem respostas cabíveis decidi continuar andando, talvez fosse melhor ou mais racional matar a sede com destilados, portanto arranhei o salto de cor bege na calçada e avancei em direção ao Grill, utilizando como aporte a velocidade sobre-humana.  

Fui dissolvida pela extrema rapidez, era exatamente naquele momento que me sentia mais leve, há pouco tempo atrás teria raiva de mim mesmo, vergonha pelo estado ridículo que me encontrava, mas naqueles dias tinha me acostumado e aprendido a tirar coisas boas, qualidades, de ser vampira. O vento batia sobre meu rosto de forma constante, fazendo algumas mechas do cabelo se desprenderem do coque alto, ocasionando assim um frizz evidente – foi esse o motivo de uma pequena pausa em frente à uma praça. Enquanto penteava meus cabelos com os dedos, enrolando em outro coque, pude observar pessoas esquisitas, um tanto que desconhecidas, caminhando em direção à floresta.  Quando aqueles olhos assustados e azuis se bateram com os meus, senti cada pelo do meu corpo se arrepiar, e sem motivos nenhum voltei ao meu percurso anterior esquecendo aquele ocorrido.

A cada minuto que me aproximava do meu “destino final”, algo incomodava meu subconsciente, erroneamente aquela imagem, aqueles olhos claros vinham à minha mente, indagando por respostas. Deixei-me levar pela adrenalina do momento e sem hesitação prossegui em direção ao tão conhecido bar. A grande porta rangeu com a força evidente que utilizei para abri-la, era certo que a umidade havia feito a madeira atritar-se com o chão, pude perceber que o mesmo objeto deixava um arranhão toda vez que era impulsionado, para abertura ou até mesmo para fechar, havia muitas marcas no chão. Perdi longos segundos nessa observação, alguns olhos curiosos se encontravam com os meus, que nitidamente se afastava do foco de luz com o rosto em chamas.

Caminhei, arranhando o salto no assoalho indo em direção ao balcão, sem perceber sentei ao lado de uma mulher de curtos cabelos loiros que conversava com o garçom. Tudo que precisava era de um drink, com bastante teor alcoólico, precisava tanto que nem procurei por rostos conhecidos quando sentei apoiando os cotovelos sobre o balcão. O barman se aproximou, seus olhos claros fizeram-me relembrar a cena anteriormente vista, mais uma vez afastei aqueles sentimentos e pedi uma dose bem forte de vodka. Revirei os olhos ao perceber que um jovem se aproximava de mim, o cheiro que expelia de seus lábios demonstrava a distância o grau de sanidade que ele aparentava, porém, antes mesmo de afastá-lo de mim, uma voz feminina nos interrompeu. A jovem loira que estava conversando com o garçom, era a tão pouco conhecida Srta. Forbes, que desligando o celular chamava a minha atenção.

Seu olhar passeou por todos os presentes, aquele mesmo olhar severo afastou o rapaz que ainda permanecia ao meu lado, com muito cuidado ela aproximou os lábios do meu ouvido direito e esboçou os acontecimentos que a policia estava investigando desde o início do dia. A loira foi bem sucinta ao declarar que todo o sangue, que o hospital tinha em estoque para fins medicinais, havia desaparecido como mágica – acabei esboçando um sorriso nessa última expressão; e ninguém sabia onde poderiam estar. Nos devaneios do conselho dos fundadores, aquilo era feito de algum vampiro, o que era o mais óbvio naquele aspecto. E mais uma vez retornava a autoridade pedindo minha ajuda, não antes de me perguntar se eu sabia de algo. Praguejei baixinho, enquanto tomava em uma dose só o líquido que estava sobre a mesa, esperando que nada disso tivesse a ver com a cena que presenciava anteriormente. Respirei por longos segundos, enquanto esperava ela terminar sua sentença.

No mesmo tempo, meus dedos deslizavam até o bolso, pegando o celular, de leve uma mensagem era enviada para Caroline; se todo o sangue havia sumido o mais certo era pedir ajuda para tentar descobrir o que tinha acontecido. Quando por fim a xerife agradecia minha ajuda, em nome do conselho, agradecimentos esses que eram respondidos apenas com um típico sorriso amarelo. Retirei-me do local, caminhando pelo mesmo caminho antes percorrido, esperando a resposta da mensagem.
A procura

Regredi ao ponto crucial, por algum tipo de instinto, olhando para a entrada floresta.  Novamente meu indicador tateou a tela do telefone, nada, nenhuma resposta. Pude perceber que pequenos raios solares começavam a aparecer no horizonte – Estaria amanhecendo? Indaguei observando que ainda nem passava da madrugada, meus olhos poderiam estar cansados. Na aflição da espera acabei pegando o atalho para a floresta imersa na solidão, respirando por longos segundos antes de prosseguir com mais rapidez. Cada momento que adentrava em meios as árvores, sentia algo incomodando meus anseios, como um aviso, uma premonição. Mas prossegui sem hesitar.

Havia muitos galhos no chão, alguns até impediam a passagem. Foram muitos minutos procurando por alguma presença “humana” naquele ambiente tomado por isentos. Estava ao ponto de desistência quando observei alguns metros de distância um tipo de cabana, recém-construída.  Uma fumaça subia aos céus, saindo de uma pequena chaminé, ao redor do local tinham inúmeras plantações de uma erva com flores claras: Verbena. Refleti e tentei ligar para o Salvatore mais novo, porém o número permanecia na caixa postal.

Retirei o salto com destreza, tentei não esboçar qualquer ruído, naquele momento até os pequenos animais selvagens pareciam ajudar, esboçavam sons superiores aos meus passos. Continuei caminhando em direção ao recinto, a porta estava encostada, deixando apenas uma pequena fresta à mostra, por esse espaço era possível identificar aqueles olhos azuis, assustados do mesmo modo, como na primeira vez. Sabia que dependendo da raça daqueles seres não poderia adentrar na cabana, então era preciso chamar a atenção deles para o exterior da choupana, que tinha apenas uma janela e duas portas, uma entrada e uma de saída. Com o auxílio de uma pedra, que foi lançada em direção à porta principal, o jovem de olhos assustados abriu a porta, ainda dentro do limiar, aqueles olhos não pareciam tão medrosos mais. Ele saiu da extensão interior, procurando algo entre as plantas. Quando o mesmo se afastou da visão dos outros, utilizando como aporte a velocidade sobrenatural, segurei-o levando algum ponto um pouco distante.

[...]

Não era bruxo, lobisomem, vampiro ou hibrido, mas sim um simples humano de seus aparentes quinze anos, ainda segurando sua boca, perguntei-o se eles tinham algo a ver com o sumiço do sangue no hospital. Mas, infelizmente, o jovem não parecia querer cooperar, ou ele tinha medo de algo que pudesse lhe acontecer. Apertando sua garganta, subi seu corpo que estava rente ao tronco de uma árvore, já podia sentir o embaraçar de sua respiração.

– Sabia que eu estou com fome? Lentamente a feição do meu rosto mudou, as presas saltaram e as veias sobressaíram. – Então é melhor o garotinho cooperar com boa vontade. Os lábios que outrora eram rosados desceram em direção ao pescoço nitidamente translúcido, as presas afiadas furaram lentamente a pele, buscando por veias. Logo um líquido rubro escorria – um líquido vital. Meus lábios desceram sugando o sangue que descia com facilidade. Voltei meu foco novamente para aqueles olhos. – Então vai ajudar? Pude sentir a coragem se esvaindo perante o medo, ele disse que tudo era um plano da mãe adotiva dele, uma bruxa, a mulher pediu ajuda a alguns vampiros a qual ela tinha feito alguns favores para pegar todo o sangue do hospital municipal. Todo esse sangue serviria para um ritual, ela ia deixar os vampiros loucos por sangue e o caos se espalharia pela cidade.

Pude observar a falha que minha respiração tomou naquele momento, a raiva e a fúria que assolavam meus pensamentos, mas contornei. – Então o sangue está naquela cabana? Indaguei com certo receio. Mas antes da resposta, um estilhaço corroeu meu cérebro, um som forte fazia cada sentido sensorial se tornar corrompido, qualquer balançar da brisa instigava uma dor intensa, meu corpo cedeu caindo rente as folhagens secas. Os membros instalavam em torções intensas, e meu coração parecia querer subir pela boca. A mulher, de longos cabelos negros e olhos claros, esboçava frases repetitivas aproximando seu corpo do meu, o rapaz também havia caído, desmaiando como por relance. Meus olhos cediam àquela magia, já não tinha mais força para continuar olhando a paisagem ao meu redor, tudo que eu fazia gerava uma dor absurda.

Mas do nada tudo desapareceu, a ventania, que era extrema, foi cessando e a dor diminuindo, logo o sangue que caia dos meus lábios começou a desaparecer, indaguei uma dúvida errônea, que foi completamente cessada quando observei a silhueta loira assustada que explicava ao garoto que a bruxa não estava morta, apenas desmaiada. Respirei com lentidão agradecendo a presença de Caroline. Confesso que nunca tinha ficado tão feliz em ver aquele semblante.

A mulher respirava, embora com certa dificuldade, mas ainda permanecia adormecida. Puxei a criança, acordando-a do transe, o garoto assustado observou o corpo da mulher ao chão e começou a realizar golpes em minha direção. Revirei os olhos carregando, ainda nervoso, em direção a cabana mal construída. Era preciso um convite para que pudesse adentrar o recinto e procurar as bolsas de sangue, em uma busca contínua de devolvê-la ao hospital.

Foram poucos passos até novamente avistar o local, a fumaça que outrora saía da chaminé já não era mais visível, indaguei um sorriso esperando o convite do garoto. A choupana parecia maior em seu interior, havia livros espalhados pelo chão, especificamente grimórios de magias, ervas de todos os tipos, me assustou unicamente a ideia de que não houvesse nenhum feitiço de proteção. Em um único cômodo separado havia um típico freezer, bastante obsoleto, coberto por ramas de verbena, ao observar o outro lado, percebi que eram dois. Pedi ao garoto que abrisse o objeto antes de comunicar ao conselho sobre a recuperação do líquido rubro.
Logo, podia ver entre a fumaça que subia do gelo, as bolsas de sangue que foram estocadas de toda a rede municipal, esbocei um sorriso tateando a tela do celular, numa busca contínua pelo número de contato da autoridade policial, Srta. Forbes.

A entrega

[...]

Aos poucos a polícia ia chegando na pequena choupana, embora que com certa dificuldade. A loira se aproximava entre sorrisos agradecendo pelo feito, seu olhar pairava sobre Caroline, que demonstrava certa ânsia por causa da mulher que estava sendo carregada em uma maca de hospital, por pior que fosse aquela bruxa, ela merecia uma segunda chance. O conselho estocava novamente o sangue, com a ajuda de caminhões transportadores que estavam à certa distância, na entrada da floresta, visando que o caminho não poderia ser percorrido por automóveis de grande porte. Levariam o liquido de volta ao hospital, aonde era o lugar deles. Nenhum deles, com exceção da policial chefe veio em nossa direção, embora um sorriso estivesse presente nos lábios de alguns.

Afastei-me do tumulto, procurando o jovem com olhos assustados, desde a chegada da polícia ele tinha sumido do meu alcance de visão, e agora não estava em lugar nenhum, e olha que eu nem sabia seu nome, embora parecesse apenas uma doce criança com sonhos e planos dispersos no tempo. Não pude deixar de esboçar um suspiro demorado, com medo do destino daquele pequeno rapaz, no fundo em meus anseios ele me lembrava o Jeremy, por isso meus pensamentos se difratavam por não poder ajudá-lo. Caminhei pelas folhagens secas, degustando uma bolsa que havia pegado antes da chegada das autoridades, enquanto deixava meus pensamentos flutuarem no universo.





Elena Gilbert

[/font]
Sweet and caring Vampire I love you, do you care?
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário

Elena Gilbert

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo
Página 1 de 1

Tópicos similares

-
» Treino - Jeremy Gilbert, Dorothea e Evelyn Reynolds.
» Evento Turísmo: Ilhas Gilbert
» NPC - Parceira Elena Silver
» Missão Mickey Mouse - Pool, Elena e Lend
» Gilbert Axton -- Ravnos -- Independente

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
Vampires Diaries RPG :: ------------- :: Hospital Furtado-