Vampires Diaries RPG
Se perca em um mundo desconhecido, cheio de mistérios, magias e perigos. Uma pacata cidade que esconde em suas avenidas histórias inimagináveis. Onde a morte, que outrora era a única certeza da vida, se torna tão duvidosa quanto os pensamentos distintos que todos escondem em seu subconsciente. Seres sobrenaturais vagam naturalmente no meio dos humanos, em uma rotina nada normal. E segredos são descobertos a cada instante.
Venha conhecer a cidade mais surreal dos Estados Unidos, Mystic Falls.

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Chloe D. Miller

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Chloe Davis Miller

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MensagemAssunto: Chloe D. Miller Qua 22 Jan 2014 - 16:40

Missão

Heróis
 



Era meio dia quando Chloe acordou. Seus olhos rondavam o céu e tudo que ela via eram nuvens. "Logo irá chover", pensou. Noite passada tinha sido difícil para ela. Transformou-se e ainda por cima matou quatro humanos, sendo que um deles ela comeu por inteiro. As dores em seu estômago eram intensas, ela não deveria ter ido tão além. Sua única vontade naquele momento era de vomitar e decidiu que deveria caminhar para encontrar um local mais propicio a isso. Antes disso, ela se levantou e foi até a sua bolsa. Ela sempre escondia e colocava algumas roupas e coisas de higiene básica no caso de precisar. Andar no meio da floresta nua não era um dos hobbies dela e para saciar seu desejo ela pegava uma escova de dente.


Assim, ela caminhava pela floresta. O vestido que ela colocava era branco e bem largo, ela não queria nada a incomodando. O sangue ainda estava em todo o seu corpo. Queria e precisava tomar um banho. Ela fedia, tinha aquele gosto ruim na boca e a vontade de vomitar parecia aumentar cada vez mais. 
Ela se lembrava daqueles que havia matado. O pior tinha sido o último. A loba se lembrava como ele estava machucado e como não estava fazendo nada demais. Mesmo assim, isso não mudava o que ocorrera. Ela virava um animal em transformações e por mais que tentasse controlar não havia nada que garantisse que em determinada noite seria a dominante de sua própria fera interior.


Em sua caminhada, ela escutava o som de água ao mesmo tempo em que sentia o ar mais umedecido e uma brisa passava em seus cabelos. Já sabia onde poderia tomar banho. Assim, continuou a caminhar e avistou um córrego. Ele não era muito grande mas servia. Ao menos poderia beber água, se limpar, fazer uma higiene. Odiava não ter um banheiro flutuante com ela. Tomou banho, lavou o cabelo e agora ela pelo menos se sentia mais humana. Entretanto, ela sentia que não conseguiria continuar com aquilo em sua barriga. 


O senhor era mais alto que ela e provavelmente a carne toda que comera demoraria ao menos três dias para ser digerida. Sem pensar duas vezes ela pegou a escova de dente e vomitou.
Ficou umas duas horas para vomitar toda aquela carne. Era nojento e ela odiava a sensação que tinha ao retirar tudo aquilo de dentro de si. Entretanto, aquilo a deixava melhor. Ela sentia seu corpo mais leve e como se pudesse até mesmo voar.


Foi justamente nesse momento que escutou um grito vindo de uma direção. Não sabia identificar se seria homem, mulher ou criança, mas estava lá. Ela não tinha nada a ver com aquilo e poderia ser qualquer coisa. Ela estava saindo daquele local e indo para a casa quando sentiu o cheiro. Vampiros. 


Eram vampiros que estavam assustando ou fazendo qualquer outra coisa com os humanos. Ela rapidamente seguiu o rumo de onde tinha escutado aquele som. Por mais que soubesse que não deveria se meter seu coração batia um pouco mais acelerado ao imaginar que poderia matar um deles. Não gostava de matar humanos e tinha até um pouco da sensação de redenção. Como se uma morte pagasse outra. Não era assim, mas ela sentia a necessidade de ver e descobrir o que ocorria. Assim que chegava mais para perto uma estrada abandonada aparecia ao longe. “Por que algum humano viria para cá?. Ela desconfiava e se abaixava sendo encoberta por arbustos e seu cheiro pelo boi. 


A cena era grotesca. No fundo e a direita tinha uma cabeça de um homem pendurada, uma mulher vampira sendo guarda de uma criança amarrada e uma mulher sendo estuprada e ao mesmo tempo devorada por três vampiros.A mulher gritava no meio deles e aquilo era uma família.


Era suicídio tentar chegar ali e matar todos, mas parecia que ela não teria escolha. Era responsabilidade dela também tudo que se permitia e ela não poderia se permitir isso. Ela estava irritada. Aquilo era para ser uma família e não isso...
Rapidamente ela se apresentou, sorrindo cinicamente.
- Então tem uma festinha aqui e ninguém me convida? Assim eu fico magoada.
Todos os vampiros olharam para a loba mas um deles veio até ela primeiramente. Era o negro que tinha a orelha cortada. Pelo visto aquele deveria ter sofrido batalhas intensas. Ele caminhava lentamente e a fitava de cima a baixo.
- Não sabia que você queria vir... Mas já que veio podemos brincar com você também. Uma loba tão bonita... Será que tem um bom gosto?
O vampiro mais novo da gargalhadas, puxa a mulher de maneira brutal e quebra o pescoço dela. Em seguida, ele lambe os próprios lábios como se estivesse se deliciando com a cena, com a própria morte da mulher e com o fato de ter uma loba ali. Ele olha para a mulher já caída no chão e dá um sorriso malicioso.
- Essa daqui tinha...
Logo ele vem correndo para cima de Chloe como um touro que procura o vermelho do toureiro.Ela simplesmente se desvia quando ele chega bem próximo dela e em seguida puxa seu braço ao mesmo tempo em que com o outro coloca ele em uma gravata, enforcando-o e... Assim que ela vai arrancar a cabeça dele os dois vampiros correm e antes que ela pudesse sair dali ou qualquer coisa, pegam a. ”Merda.” Esse era o problema de quatro contra um.


O moreno de olhos claros a pegava no braço e o negro em outro. Por mais que ela tentasse se soltar não conseguia. O que ela tinha acabado de enforcar começa a socá-la no estômago. Ela força o mesmo para não sentir tanta dor e ficar bem mas não adianta muito. Ele então começa a rir sem controle e começa a debochar dela falando que era só uma loba e... Aquilo dura mais de meia hora com ele dando socos no estômago, no rosto e chutando e ela estava lá apanhando. Estava zonza, mas não concordava em nada com o que eles diziam. Eles batiam e a humilhavam para que ela sentisse fraca e impotente e ela até se sentia, mas só fisicamente. Por dentro, sabia quem ela mesma era melhor do que ninguém e aquele não seria o momento em que ela se importaria com o que vampiros consideravam.

A vampira gritava para eles pararem e os vampiros que a prendia a soltavam. Suas pernas não pareciam mais existir e acabava caindo no chão. A vampira que não era bonita se agachava. Sorria para Chloe e dizia que ela era uma loba bonita e que deveria ser quente e não poderia deixar de antes de tudo, experimenta la. 

Chloe estava com nojo da vampira, nojo de tudo e não sabia para onde olhar, o que fazer... Estava perdida. Estava zonza e estava completamente sem ação. A vampira a ergue e a olha de novo enaltecendo a sua beleza e o seu porte físico e falando como deveria ser bom ter ela morrendo em seus braços. O cheiro da mesma era podre e ela fazia Chloe pensar em tudo e o nojo virava e a raiva fúria. A sanguessuga mordia de leve o pescoço da loba e começava a experimentar de seus sangue. 

Nesse mesmo momento ela teve um ímpeto. Ela se lembrou da mãe, do pai, de tudo. Não deixaria que acontecesse o mesmo com o menino e ela era uma loba e aquilo não estava certo. ”Desde quando eu deixaria de lutar?”Os olhos dela se abriam com dificuldade do hematoma que já se formava mas ela via o menino e desviava rapidamente o olhar. A vampira ria e dizia que acabaria com ela e ela correu. Correu sem saber porque como ou o que aconteceria. Ela pegou o menino e colocou em suas costas, tudo correndo. 

Os vampiros vinham atrás e ela sentia que não aguentaria mais. Para o azar e sorte da mesma o caminho acabava ali e o único jeito era pular. Havia uma cachoeira e mais nada. Os vampiros continuavam atrás e se ela hesitasse seria pega. Sem saber exatamente como ela pulou e abraçou o menino fortemente tentando ao máximo que ele não fosse prejudicado. A correnteza era forte e os levou rapidamente para outro canto. O rastro deles não poderia ser notado visto que  eles estavam na água e os sanguessugas estavam com raiva. Não acreditavam que ela tinha fugido. Na verdade nem ela. Tudo estava escuro.

Continuava tudo escuro. Abriu os olhos um pouco mais tarde com alguém ao seu lado. Ela não sabia quem era mas entendia que estava em uma caverna e ele ficava feliz em vê la abrir os olhos. Deveria ser o menino.... Olhou mais calmamente e era o menino. Seu corpo estava cheio de panos. “Como?” Ela notava que a camisa dele praticamente não existia mais.Ela ainda nem tinha aberto a boca e ele falava sobre tudo. Ele parecia que estava em um confessionário e a padre era a loba. Dizia as primeiras coisas que vinham a cabeça e a sua vida, sua história, seu nome... 8 anos apenas e tantas coisas para lidar. Ela dizia que no dia seguinte tudo ficaria bem e que resolveriam tudo, mas que precisava recuperar primeiro. Como uma mãe ela o abraçava e o esquentava enquanto dormiam na caverna.


Assim que os raios de sol incidiram sobre seu rosto ela acordou. Olhava para Michael e como ele era lindo. De fato ela se sentia como se fosse a única coisa que restava para essa criança. De repente, um cheiro. Seu olfato havia captado os vampiros. Dois deles sozinhos e os outros dois juntos. Ela carinhosamente passava seus dedos pela pele do menino e cochichava que ia lidar com os outros dois e que voltaria. Ele se levantava rapidamente assustado e começava a chorar. Não queria que ela fosse e a mesma prometeu que ficaria bem e que se avistasse qualquer um deles que ele gritasse mais alto que podia.

Ela saiu correndo para encontrar o primeiro. Era o idiota novato que tinha sede de sangue e tinha cabelos vermelhos. Estava em meio a um bambual o que fazia ela agradecer pois era mais fácil para ela escutar o que se passava ali apesar de ser mais fácil também se esconder. E foi o que ela fez. Ela se escondia e ele sentia aos poucos o cheiro dela e a chamava. 
Ela  de repente se mostrou e assim que ele correu atrás dela ela se desviou e se escondeu de novo ficando as costas dele descobertas. Nesse mesmo momento ela quebrou o seu pescoço e nada mais para ser feito. Na verdade arrancou também o coração dele porque tinha medo dele algum dia voltar e pensava até em queimá-lo.

O segundo estava extremamente perto da caverna e todas suas intenções não puderam ser concluídas naquele momento. O negro era mais esperto e mais poderoso e... Assim que ela chegou ele havia armado uma armadilha. Havia deixado todo seu cheiro com roupas e objetos em um local e ela que pensava encontrá-lo foi surpreendida por ele vindo de cima e já com um objeto tentando enfiar em suas costas. Ela deu um grito ao sentir aquilo e deu uma cotovelada no rosto do vampiro, o que o fez desviar e retirar o que estava tentando enfiar nela. Ela sentiu também a dor de retirar e suspirou. Nesse meio segundo ele já tentava acertar ela no rosto mas ela se agachou e deu um soco em seu estomago. O vampiro parecia não sentir nada e por ser mais rápido a jogava para o outro lado. Ele sorria. Sentia e parecia saber que a luta estava praticamente ganha. Assim que ela caiu, ela caiu mais uma vez de costas, o que não era nada legal. Para a sua sorte, o machucado estava se curando apesar de ser intenso.Ele corria em direção a ela e nesse mesmo momento ela se levantava aos poucos com ajuda da árvore que estava atrás dela. Faltava poucos metros para alcança-la e ele já vinha lhe depositando um soco quando ela simplesmente subiu a árvore mais rápido que pode e ele ficava com o pulso preso nela. No mesmo momento do impacto a arvore começava a se rachar e ela caia para cima dele. Chloe simplesmente pulava para outra arvore na direção oposta e observava ele cair. Ela pulava corria e retirava sua cabeça de seu pescoço.


Um grito. Michael.

Ela correu mais do que pode, mas sentia a dor ainda do recente golpe.Assim que avistou o moreno o mesmo partiu em sua direção e tentou pegar seus braços. Ele pegava um e girava tentando imobiliza-la e quem sabe quebrar seu braço. Ela conseguia retirar o braço pela trava dos dedos que não era bem executada e ele tentava soca-la mas ela se desviava e chutava em seu estomago. Ele pegava a perna dela e a lançava e assim que se aproximava achando que tinha ganho a luta ela ficava por cima dele e quebrava o seu pescoço. Olhava para dentro da caverna.


A vampira estava só utilizando Michael e não o matara. Queria era chloe. Ela sorriu diabolicamente e disse que todos eram incompetentes mas que ela... Ela era a boa e a líder de tudo. Mais forte e mais rápida. Logo ela colocava Chloe no chão e era como se tivesse de novo no colégio. Parecia que ela queria arrancar seus cabelos, mas foi então que se deu conta. Ela iria partir seu crânio. Ela tentava sair, mas não conseguia. Ela a prendia com suas pernas. Tentava então usar as pernas para cima, mas não alcançava nada e parecia energia jogada fora. Ela estava encrencada e foi nesse momento que o menino pegou um instrumento e feriu ela em seu coração, matando a mesma.

Ela caia e Chloe ficava encharcada de sangue. Ela tirava a mesma de cima e o abraçava. Ele não se negava apesar de ter a expressão de nojo por conta do sangue. O cheiro...
-Michael, você... - Ela o abraçava mais forte. Ele era agora um lobo e tinha acabado de ativar a maldição. 
Ela o levou para a casa dos seus parentes mais próximos, explicou tudo o que pode a ele e prometeu visita-lo de duas em duas semanas. Por um dia havia sido heroína, mas não era por isso que ela deveria deixar de se responsabilizar pelos outros. Ainda mais meninos de oito anos já se transformando... Se aquilo era confuso por vezes a ela, imagina ao pequeno. Ele tinha entendido tudo que havia dito e ela sabia que ele era esperto. Depois de tudo que acontecerá sabia que marcas profundas ficariam sobre ele, mas mesmo assim acreditava que ele poderia ser um lobo melhor que um dia ela foi. 


Fim.  
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MensagemAssunto: Re: Chloe D. Miller Sab 1 Fev 2014 - 19:19

Avaliação


→ Bom desenvolvimento e superação quando o combate parecia estar perdido, principalmente sobre a motivação que surgiu na mente da personagem sobre seu pai e sua mãe. Um bom desenvolvimento também nos outros combates individuais além de um desfecho final bastante compreensível.

→ Poucos erros de ortografia e concordância, completamente aceitáveis, mas sempre é bom se puder revê-los.

→ Sem mais grandes observações, a missão em si manteve um nível bom, portanto está aprovada.

→ Parabéns, subiu para nível 4.



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Chloe D. Miller

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