Vampires Diaries RPG
Se perca em um mundo desconhecido, cheio de mistérios, magias e perigos. Uma pacata cidade que esconde em suas avenidas histórias inimagináveis. Onde a morte, que outrora era a única certeza da vida, se torna tão duvidosa quanto os pensamentos distintos que todos escondem em seu subconsciente. Seres sobrenaturais vagam naturalmente no meio dos humanos, em uma rotina nada normal. E segredos são descobertos a cada instante.
Venha conhecer a cidade mais surreal dos Estados Unidos, Mystic Falls.

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Marco Reus

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MensagemAssunto: Marco Reus Sex 24 Jan 2014 - 16:43

Missão
Missão

Carne humana, sim aquela coisa tensa que quando você ingere a dor de barriga é tão furiosa que parece que seu estômago está sendo comprimido por um buraco negro e depois reconstruído com peças que você nunca viu. Marco tinha acabado de acordar, completamente nú e sentindo uma náusea furiosa que chegava a fazê-lo ter certeza que a qualquer momento poderia vomitar todos os seus órgãos a ponto de estourar a garganta. Olhou para cena a seu redor, principalmente para as carcaças. "Puta merda eu comi um trambolho desse tamanho, como?"; era de se assustar quando você finalmente percebe que comeu um homem gordo e mais peludo que o Tony Ramos. A simples visão fez com que um reboliço tomasse seu corpo e tudo o que fez foi virar-se para o chão e vomitar. Parecia uma cachoeira, na verdade.

A cor pálida tomou seu corpo, a expressão de moribundo se formou em sua face, concerto esforço retirou as roupas de um dos mortos visto que deve ter rasgado completamente as suas durante a transformação numa exibição digna de um stripper sádico. As novas roupas ficaram meio grandes, ele parecia aqueles cantores de rapper, devia dar uns 2 ou 3 Marcos ali, mas não faz mal. Encontrou um isqueiro no bolso, juntou o corpos e ateou fogo nos mesmo. O enjoo voltou. Deve ter formado uma trilha de vômito até o córrego, mas vejamos o lado bom, sem dúvida alguma João e Maria se perderiam depois daquela, principalmente quando ele cuspiu um anel, um cordão e outras 3 pequeninas coisas brancas que podia jurar serem uns dentes. Mergulhou a cabeça no córrego quase como um avestruz faz escondendo a cabeça na terra. Quando tirou sacudiu o rosto parecendo um cachorro. - Eu juro que se vomitar um pé daqui a pouco eu vou abrir meu estômago e passar um aspirador de pó, ou aquelas coisas satânicas que os dentistas colocam nas nossas bocas pra sugar a saliva e acaba torturando a sua língua!! - o humor de Marco era sem dúvida uma relíquia, ainda mais quando alguém conseguia usá-lo de modo a ficar engraçado na maioria dos momentos. Olhou para sua direita e pôde jurar ver um peixe morto boiando, o pequeno estímulo foi o suficiente para fazê-lo vomitar até o que duvidava ter comido, e cá entre nós, é melhor que esses detalhes não venham a público.

Foi então que sentiu o cheiro, sabe aquele cheiro de chulé de um pé que não conhece água deve faz uma semana? Era exatamente isso, o cheiro de peixe morto com umas pitadas de carne de urubu, cheiro de vampiro era mais enjoativo que qualquer outra coisa. Sentiu algo subir por sua garganta, mas engoliu. Mirou a direção até que suas orelhas captaram os gritos. Sabia que deveria sair dali, porque se estivesse vulnerável certamente seria agora, mas sabe como é um vira-lata né?! Curioso, curioso a ponto de ser idiota. Ele foi se aproximando até poder ver as coisas melhor. Vampiros e seus jogos sádicos e mortais, pobre mulher, era como ser estuprada por uma árvore cheia de galhos, só era pior porque o nigga parecia um cavalo e aquela mulher sentada like a boss olhando tudo..."Eu tenho certeza que já assisti algum pornô com aquela mulher no porntube."; detalhes a serem ignorados, o fato era que mesmo com essas palavras bestas, ele não era tão frio, era exatamente o contrário de frio. Só usava o humor para esconder certas coisas, diferente da gangue dos peladões lá que parecia querer fazer uma briga de espadas.

- Ae cambada, acabou a sinuca! Com um agito desses rolando eu não poderia ficar de fora! - ignoremos também a alusão sexual ao termo "sinuca" o fato foi que os morcegos começaram a rir deliberadamente. A mulher morreu, e isso já era sábio, ele só ia conseguir salvá-la se fosse um super sayajin e isso não foi o caso. A mulher levantou-se assoviado como quem chama um cachorro. O ruivo entre eles não esperou muito, partiu para cima de Marco entre os socos e pontapés, com sorte, Reus se esquivava com precisão enquanto o vampiro se estrebuchava pelo chão feito merda a cada golpe que errava e via Reus derrubá-lo. - Você não vai nem chegar perto de mim enquanto essa pequena protuberância entre as suas pernas não estiver devidamente protegia, seu caboclo encapetado! - os demais vampiros riam, Marco sabia que estava em mals lençóis, ainda se perguntava porque tinha bancado o herói, era lógico que os caras iram matá-lo, esquartejá-lo e fazer uma vitamina com suas bolas.

O ruivo se levantava furioso, iria para cima de Marco certamente, mas o que tomou a atenção do lobo foi a fala da mulher. - Não se preocupa pequenininho seremos gentis com você. - dizia enquanto apontava para o homem decaptado, se aquilo fosse a noção de gentileza daquela mulher ela precisava ir para um manicômio e com urgência. Só que mais que isso, a palavra ecoou em sua cabeça, podiam chamá-lo de tudo, mas qualquer alusão a pequenez era um golpe baixo, quando mais quando ele era baixinho. "Pequenininho?!"; bufou entre os pensamentos quando o vampiro ruivo finalmente o atacou, mas naquele estado Marco segurou firmemente a mão da moranguinho. Trincou os dentes, cerrou os punhos ouvindo os estalos e o ruivo gemer de dor. - Pequenininho? - girou o braço fazendo com que o vampiro ficasse com o cotovelo apontado para cima e logo em seguida acertou um murro no local, logicamente quebrando o braço dele. Chutou-o, um já tinha ido, mas parecesse que com aquilo os vampiros resolveram partir para injustiça.

Veio o nigga, veio o outro, veio a mulher, esquivar-se ou se defender era tarefa árdua, e que ele só conseguiu fazer nos primeiro segundos porque depois que tomou um chute no saco gritou feito uma menina enquanto caía no chão rolando. Automaticamente os vampiros o cercaram e a maldade começou. Ele parecia uma bola de futebol no meio da educação física das meninas, é um milhão de pernas te chutando desgovernadamente e não necessariamente querendo acertar a bola, mas também a canela das amiguinhas.

Depois de ser linchado eles o colocaram de joelhos, praticamente sentado sobre as próprias pernas. O enjoo voltou. Os ferimentos eram incontáveis, seu nariz parecia uma batata e pela dor certamente teria quebrado, tinha mais alguns cortes e hematomas pelo corpo, além de poder duvidar se ainda tinha todas as costelas. O corte longo na testa e no super cílio forçava a manter um dos olhos fechados, provavelmente estava terminado. - Então cachorro, pronto para o abate? - disse o nigga enquanto puxava catarro dos confins do pulmão só para acertar o cuspe em seu rosto. Marco esboçou um sorriso de canto no rosto, dando algumas risadas forçadas. Sentiu algo subindo pela sua garganta. - Então amigo, eu só tava brincando que tal vocês me deixarem ir embora e tudo acabar bem? - era lógico que era uma piada, afinal era um lobo, mas ainda um moleque.

Os vampiros se entre-olharam, pareciam não compreender o humor ácido. A mulher andou rebolando até ele, puxou seu cabelo e abaixou o rosto ficando a poucos centímetros dele. Se a situação fosse outra o que ela disse seria extremamente sexy, mas visando o momento era doentio. Ela não parava de falar e então ele sentiu que não dava mais para segurar, o vômito subiu feito uma erupção vulcânica fazendo-o acertar em cheio a cara dela e seu corpo. Recuperou o fôlego vendo-a estourar de raiva e nojo, os outros vampiros pareciam impressionados e essa era a hora da esperança. Reuniu suas forças restantes, rolou entre as pernas do nigga à sua frente e partiu em disparada, pegou o moleque no meio do caminho e o colocou sobre os ombros. - Chupa essa seus imbecís!! - cantou de galo enquanto os vampiros faziam uma careta demoníaca e partiam em seu encalço

- Pára de chorar garoto dos infernos!! Eu to aqui tentando me concentrar pra gente não morrer e você chorando mais que uma menininha!! - brandava para o garoto que ainda caía aos prantos. Foi então que chegou a vez de Marco cair aos prantos, principalmente quando a linha terminou e se encontrou entre uma cachoeira e os vampiros.

- Fim da linha homenzinho, hora de parar de correr e aceitar a morte. - o nigga
- E nós vai ter certeza que vai ser bem dolorosa!! - o ruivo

Marco deu um passo para trás, sentiu algumas pedras sedendo e caindo. Não tinha outro jeito, era torcer para dar certo. Chutou uma pedrinha que voou no meio da testa do ruivo e logo ergueu o punho exibindo o dedo do meio enquanto um sorriso louco brotava em seu rosto. - Sua professora de línguas deve ter pena de você seu retardado!! - falou jogando-se para trás sem remorsos. A atitude era desesperada, mas era o máximo que podia fazer, era arriscar ou virar boneco de pano na mão deles. Na queda ele e o moleque devem ter se separado, na verdade Marco bateu a cabeça em algo e apagou. Talvez morrer assim não fosse tão ruim...

Foi então que abriu os olhos, estava tonto, enjoado, sentia partes que nem sabia que existiam do seu corpo doer, mas notou que estava vivo. O garoto rasgava sua própria camisa para improvisar um curativo e enfaixar a testa de Marco tentando estancar o
sangramento. Lá fora chovia, mas o pingos de tristeza caíam ali dentro.

- Qual seu nome garoto?
- Thomas...
- Não fica assim, tudo vai dar certo.
- Meu pai e minha mãe, eles não vão voltar vão?

Silêncio, é difícil explicar a uma criança essas coisas, ainda mais quando nem você poder dar certeza que ela não vá seguir o mesmo destino que seus parentes. A chuva caía, lá fora e aqui dentro, a dor dos sentimentos inibia a dor do corpo, de um jeito muito estranho, quando Marco o olhava, via a si mesmo. Na noite trágica que levou sua família. O garoto caiu aos prantos novamente e com certa dificuldade o alemão o abraçou. Sentiu o menino agarrar-se a seu peito. Sem dúvida se um dia tivesse um filho, isso seria algo que nunca gostaria de vê-lo passar.

- Tudo vai dar certo… Até agora, em todas as vezes que eu acreditei nessas palavras, tudo deu certo no final. Eu sei que o melhor que eu posso fazer é sempre continuar acreditando, não importa o quão ruim a situação esteja. Então chore, talvez você se sinta melhor depois disso...

Não havia muito o que dizer, o grupo provavelmente voltaria para terminar o serviço, mas do jeito que ele estava tudo o que podia fazer era esperar e rezar para seu corpo se regenerar mais rapidamente. O humor sumia de Marco, nessas situações, ele talvez compreendesse que deveria ser homem para lidar com elas e não o imprestável falador que costumava ser. Pregou os olhos por algum tempo, ele e o menino dormiram, talvez a noite mais incerta, que ainda estava longe de terminar.

Quando acordou sentiu o cheiro novamente, não tinha jeito, era o confronto final. Com sorte a maioria dos ferimentos havia se curado, hora de dar all in no jogo. Pediu para o garoto se esconder e esperar por seu retorno, fez uma promessa, e saiu dali. Não tinha mais do que as mãos abanando, desarmado, ia para o combate literalmente com a cara e a coragem, tinha de matá-los antes que chegassem a caverna e não morrer até que todos estivessem mortos e pelo menos o garoto pudesse escapar.

O nariz sentiu o cheiro de um deles, rapidamente o encontrou, era o ruivo de antes. Sorte, o garoto era o mais impaciente e aparentemente o mais fraco. Agaixou-se pegou uma pedra do chão, uma estratégia arriscada, um erro e seria fatal. Arremeçou a pedra numa árvore atraindo a atenção dele e atacando pelo outro lado. Eles se embrenharam no chão, no fim Marco encontrava-se por baixo, ambos tentando se estrangular, só que claro, a força física do vampiro era maior. Se continuasse naquilo a morte era certa, então jogou a cintura para cima para desestabilizar o vampiro e com a perda do equilíbrio o chutou por cima de seu corpo. Havia um barranco atrás deles e aquilo não iria por um fim nas coisas. Mas Marco foi puxado junto, rolaram barranco abaixo caindo por uns 10 metros, e quando pararam a sorte virou de lado. Com Marco por cima o lobo rapidamente caçou um pedaço de bambú e o fincou no peito do vampiro, 1 já havia sido eliminado.

Levantou-se arfando, a cabeça doía, mas não era hora de apreciar a dor, ainda mais quando algo saiu entre os bambus e voou nas suas costas. Era o nigga. Novamente Marco se via em combate. Jogou-se contra uma árvore e com isso o negro foi forçado a soltar-lhe. Os dois se encararam. Ele portava uma faca de combate e Marco estava de mãos vazias. Vieram as tentativas, na primeira uma estocada, Reus jogou-se para o lado. O negro tentou saltar e golpeá-lo, mas o lobo deu uma cambalhota e levantou-se com o impulso. Novamente se encaravam, Marco recuou alguns passos até sentir a árvore atrás de si, o negro atacou feito louco, no movimento Reus se esquivou por pouco e a faca prendeu na árvore. Um momento de sorte, enquanto tentava tirar a faca, estava exposto, Marco lhe acertou um soco na lateral da face. O vampiro caiu, mas não tinha acabado, ele levantou-se tomando Marco pelo pescoço e erguendo-o. Seria estrangulado, teria o pescoço quebrado, mas antes reuniu forças para chutar o corpo do homem com as duas pernas empurrando-o. Caiu no chão recuperando o ar, mas não havia tempo, o negro pegava um pedaço de bambú e pulava em Marco perfurando-o no estômago. A dor foi aguda e no desespero o lobo lutou com todas as forças para morder, fatalmente a garganta do homem. Bem no pomo de Adão, chegando a arrancar um pedaço considerável e se banhar ainda mais de sangue. Enquanto o vampiro se agonizava, ele simplesmente terminou o serviço, esmagando seu crânio à pisadas.

Um grito vindo da caverna. E a conversão de tudo o que não queria para a realidade. Partiu em disparada desesperada com o pedaço de bambú em mãos, recém retirado de sua barriga. Na caverna as coisas eram tão ruins quanto, ao chegar e ver o garoto em posse dos vampiros Marco perdeu a cabeça. Foi tomado pela fúria enquanto o brilho amarelado ocupava a cor de seus olhos. Avançou feito louco sobre o homem, mas foi rebatido contra a parede da caverna, mas ainda assim lançou o bambú que pela velocidade e força agiu como lança perfurando o coração dele. Pronto, agora sim as coisas estavam no clímax. A mulher largou o moleque e jurou vingança, avançou contra Marco lhe acertando um soco poderoso no rosto, e não deu tempo para reação. Ela segurou sua cabeça jogando-a contra o chão e arrastando pelo mesmo como se fosse uma bola de boliche. Estava completamente desnorteado, lutando para manter a consciência, mas a mulher não parou. Andou até ele, suspendendo-o pelo pescoço e cravando seus dentes no mesmo. Um breve fetiche antes de matá-lo provavelmente, provar sangue lupino deveria ser um desejo obscuro de vampiros. Foi então que ela enfiou sua mão no buraco na barriga de Marco adquirido no combate anterior. A ação regenerativa foi totalmente anulada, ele sentia a vista fraquejar e ouvia seu coração bater desesperadamente, mas quando olhou para trás viu o garoto partiu furiosamente contra eles, segurou a mulher com todas as forças e o moleque terminou o serviço esmagando a cabeça dela com uma pedra.

Estava vivo, mas se continuasse a sangrar mais rapidamente do que poderia se curar não se manteria vivo por muito tempo. Usou o isqueiro de antes para pedir ao garoto que tentasse cauterizar o ferimento e depois abafá-lo com trapos das roupas, um esforço necessário e que provavelmente lhe salvou a vida. Agora o moleque cheirava diferente.

- Não se preocupe, somos amigos não somos? - disse forçando o sorriso apesar de ainda parecer um morto vivo - Amigos podem seguir caminhos diferentes, mas não deixam de ser amigos. Você me salvou e quando chegarmos à cidade vamos tomar caminhos diferentes, mas qualquer dia desses a gente se esbarra por ae.


Marco Reus

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MensagemAssunto: Re: Marco Reus Sab 8 Fev 2014 - 18:21

Avaliação


→ O personagem em si é bem divertido e às vezes atrapalhado, fazendo pose não somente de um herói clichê bobô, mas um que já entenda das malandragens, muito bom mesmo.

→ Vomitou na vampira, um bom jeito de arrumar uma brecha.

→ Os combates foram emocionantes, muito bem feitos, talvez pudesse ter montado um diálogo melhor com o garoto, mas tá tudo bem.

→ Parabéns, nível atual 5.



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