Vampires Diaries RPG
Se perca em um mundo desconhecido, cheio de mistérios, magias e perigos. Uma pacata cidade que esconde em suas avenidas histórias inimagináveis. Onde a morte, que outrora era a única certeza da vida, se torna tão duvidosa quanto os pensamentos distintos que todos escondem em seu subconsciente. Seres sobrenaturais vagam naturalmente no meio dos humanos, em uma rotina nada normal. E segredos são descobertos a cada instante.
Venha conhecer a cidade mais surreal dos Estados Unidos, Mystic Falls.

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Ryan Fell

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Ryan Fell

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MensagemAssunto: Ryan Fell Dom 26 Jan 2014 - 14:07

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Era por volta de meio dia quando eu acordei no meio do nada, completamente nu na mata. O sol dava os seus raios na minha face, queimando os meus olhos e obrigando-me a cobri-los com as minhas mãos até que eu me acostumasse e as nuvens no céu, assim como o cheiro que sentia, dava tudo a indicar que uma chuva viria em breve. Porém minha preocupação não era esta!  Lembranças conturbantes me atormentaram durante o sono, onde eu me vi novamente preso naquela grande criatura de pelos cinzas, como um passageiro na mente dela, não conseguindo influenciar suas ações e tendo de assistir a tudo como um simples espetador, mas sentindo e vendo como se estivesse em primeira pessoa. Vultos de pessoas sendo trucidadas estavam gravados na minha mente assim como seus gritos ainda ecoavam nela.  Mas tudo passava de um sonho... ou não!

Quando os meus olhos finalmente se acostumaram com a clareza, o horror que se encontrava no local finalmente me trazia de volta a realidade. O que vi e vivencie não era um pesadelo, realmente na noite passada eu tinha me transformado e matado três pessoas, cujos corpos estavam espalhados em volta de onde acordei. Ainda mais eu tinha vestígios de sangue por todo o meu corpo, até em lugares onde eu nem sabia a existência... por assim dizer, como se eu tivesse tomado banho de sangue e mergulhando nele. Claramente o senso de culpa começou a me atacar: se tivessem sido vampiros, tudo bem, mas eles eram humanos comuns... como eu podia ter-me tornado num monstro igual aos que eu odeio e caço? Tinha de fazer algo para controlar essa fera, aprender a controlar a transformação e impedir que tais tragedias voltem a acontecer. Mas não será que estou sonhando? Será realmente que exista uma maneira para controlar a fera interior ou estou apenas iludindo mim mesmo?

Esses pensamentos foram logo substituídos por uma sensação inconfortável no estomago: uma dor subira e que me fazia sentir náusea e vontade de vomitar tudo o que eu tinha no estomago, como se estivesse nele algo pesado que meu corpo não conseguia nem suportar, nem digerir. Tentei lutar com esse estimulo e me levantei, me aproximando a um dos corpos para poder pegar pelo menos um par de calças para esconder a minha parte intima e me tornar um pouco mais apresentável. Mas foi quando tirei as calças de um dos homens ali rasgados, que estava mais a norte, notei mais um cadáver ainda mais afastado. Fui me aproximar apenas para conferir e a visão fez ainda mais aumentar minha náusea. Pelo que se deduzia deveria ter pertencido a uma mulher, porém estava apenas a metade inferior dela, a superior parecia ter sido comida por algum animal. Não foi difícil fazer 1+1 e entender que havia sido eu  quem havia a devorado, sendo que ainda lembrava a sensação e a visão de perseguir uma mulher loira chorando de medo e abocanha-la, comendo-a de uma vez. Tal lembrança fez com que eu não conseguisse me segurar mais e vomitasse. Mas por quanto eu via o meu vomito e sentia o cheiro da carne dela, mais eu vomitasse sendo que reconhecia ainda algumas partes humanas mal digeridas. Provavelmente devo ter ficado uns 15 minutos assim, naquele estado, vomitando tudo o que eu tinha no meu corpo e forçando-o até não puder mais, até mesmo vomitando bile.

Enfim, após aquele tempo, decidi seguir o som de água corrente que minha audição captara para poder me lavar do sangue que tinha pelo meu corpo e tirar aquele sabor desagradável que eu tinha na boca e que me fazia querer vomitar mais. E enquanto tomava banho naquele córrego ouvi um grito, um pedido de socorro, não muito distante de onde me encontrava e, também o cheiro de ser podre, seja por fora que por dentro. não havia duvidas, era cheiro de vampiro!
Não havia muito pra pensar ou fazer. Rapidamente vesti o par de calças e fui correndo na direção por onde o cheiro vinha, não me importando com quantos possam estar lá. Alguém estava em perigo e eu não podia ignorar isso. Eu tinha de acabar com aquela escoria que infelizmente vivia nesse mundo, e eu não fui treinado desde criança para deixar que eles fizessem tudo o que queiram. Eu era um caçador, um membro de uma das famílias fundadoras de Mystic Falls, desde criança me foi passado o ódio e os conhecimentos para acabar com essa raça. ainda mais por ser o predador natural deles, o meu sangue fervia ao só pensar de poder mata-los, sentia realmente prazer nisso.

Foi fácil seguir aquele cheiro podre e não demorei muito para chegar ao local, sendo que quando senti que estava mais próximo, decidi ser mais cauteloso e furtivo para não ser descoberto e me escondi atrás de alguns arbustos, debaixo de um cedro e próximo da carcaça de um boi, á alguns metros a minha direita. tudo isso me veio a calhar na hora certa: eu estava bem escondido, assim como o meu cheiro estava disfarçado pelo odor podre do boi e o cheiro do cedro. Estávamos numa estrada abandonada, provavelmente criada na época colonial e que agora servia mais de atalho para quem quisesse se venturar pela floresta ou fugir do trafico da estrada principal. Haviam quatro daquelas criaturas nefastas: três deles eram homens, sendo que um era de cor escura e sem uma das orelhas, outro era ruivo e parecia ser novato e o outro era moreno de olhos claros; a quarta daquelas criaturas era uma garota morena magra mas atraente, se não fosse o fato que fosse uma sanguessuga, até que pensaria no caso dela.

As vitimas humanas eram uma família: o pai já estava morto quando cheguei, de fato a cabeça estava enfiada num galho como se fosse um troféu, algo que aumentava ainda mais a minha raiva e ódio contra eles; o filho, de mais ou menos  uns 8 anos, estava amarrado e ferido, próximo á mulher vampira que estava sentada num toco de madeira e o obrigava a olhar para cena, chorando; mas se tudo isso já me dava uma certa raiva, imaginem só como fiquei quando vi a mãe do garoto... ela estava sendo abusada, estuprada pelos três que a penetravam freneticamente e se deliciavam com o sangue dela através das mordidas e com os gritos de dor misturado ao medo dela, algo que dava maior prazer ao vampiro ruivo. E mesmo estando naquela situação, o único pensamento da mulher era o filho, ela gritava para ele não presenciar a cena e pedia para pelo menos pouparem a criança, já que haviam se divertido bastante com ela e com o marido. Isso apenas foi motivo por uma gargalhada alta e sádica da vampira e compartilhada pelos demais. Pelo jeito ela parecia ser a líder. Provavelmente o grupo deveria ter feito a família feitos cair numa emboscada, revirado a minivan por onde estavam e tirados dela.

De todo modo eu não podia e nem conseguia mais assistir a toda aquela violência, permanecendo de braços cruzados. Mesmo estando em desvantagem e desarmado eu tinha de agir. Conhecia muito bem a dor de perder alguém por causa dos caninos daquelas diabólicas criaturas e, se fosse por mim, não permitiria que outros também a conhecessem.

-Por que não pegam alguém do vosso tamanho!

Falei saindo dos arbustos e tornando visível para todos. A reação dos vampiros foi a mesma de antes, se desataram a rir, me ridicularizando por bancarem o herói. O ruivo acabou por quebrar o pescoço da mulher humana e lambeu os lábios dela enquanto me olhava, fazendo com que eu cerrasse os meus punhos tão duramente que uma linha de sangue começou a sair.

- E o quê é que o lobinho mau vai fazer conosco? Nos matar? Por que sabe, vai ser divertido nos espanca-lo, tortura-lo, fazer vários joguinhos com você até que exale o ultimo respiro. Afinal já tivemos muitos dos nossos amigos mortos pela sua raça pulguenta!

Falava a mulher com um tom irônico enquanto lambia os seus  próprios lábios e mandava os outros me atacar. O primeiro a agir foi o próprio ruivo que tentou um ataque frontal saltando em cima de mim, mas eu consegui desviar pelo lado direito e agarrei o pescoço dele, levantando-o do chão. Um sorriso sádico se desenhou na minha face enquanto apertava cada vez mais o pescoço dele, com a intenção de esmaga-lo de uma vez de tanta raiva que eu tinha. Porém não era uma luta 1x1, mas sim 4x1; os outros também agiram e começaram a me espancar, até eu cair no chão e me chutarem pelo corpo todo, criando-me vários hematomas pelo corpo e me fazendo garfar sangue e ter algumas hemorragias nasais. Dois deles cuspiram em mim, enquanto o ruivo aproveitava para mijar no meu corpo.

-Até que você é bonitinho. Talvez eu e você até que pudemos nos divertir um pouco antes de te mandar para o inferno.

E dito isso ela se sentou em cima do meu peito e me beijou, aproveitando para cravar os seus dentes nos meus lábios e sugar o sangue que deles saiam, enquanto eu continuava sendo chutado pelos demais. Aos poucos eu começava a perder consciência e a vista começava a fraquejar, assim como as minhas forças. Me sentia cada vez mais fraco e pronto para desistir. Mas não, eu não podia fazer isso! Deixar tudo barato! Eu tinha de revidar, lutar, salvar pelo menos aquele garoto. A raiva começou a tomar conta do meu corpo e, quando voltei a abrir os olhos eles já possuíam um toma amarelado, iguais as da  minha forma lupina. Com incrível força, consegui me soltar da vampira empurrando-a e, devolvendo o favor para os três, tratei de chutar cada um deles que se aproximavam de mim, afastando-os. Depois corri até o garoto, o desamarrei rapidamente, o peguei e tentando ignorar a dor que eu sentia e os  ferimentos, fugi com ele. Eu sabia que era questão de minutos para eles me alcançarem mas não podia nos entregar assim, de bandeja.

De fato eles me cercaram novamente quando eu estava perante uma cachoeira. Mais eles se aproximavam de mim, mais eu recuava até sentir que já não estava mais chão atrás de mim. Virei para atrás e vi que eu não tinha mais por onde fugir. Duas escolhas se formavam na minha cabeça: encarar de frente os vampiros e lutar; ou saltar de lá de cima da cachoeira. Ambas as escolhas poderiam leva ao mesmo caminho, a morte, porém naquela hora eu senti o atávico desejo de tentar agarrar a vida mesmo que isso não fosse possível. Foi assim que resolvi saltar, segurando forte o garoto e após uma queda que parecia durar uma eternidade, cair na água. A correnteza era forte e acabamos por ser arrastados por ela, sendo que perdi os sentidos.

O som de uma dura chuva foi o que me despertou, sentindo algo tocar e apertar alguns pontos do meu corpo. Era o garoto que estava cuidando dos meus ferimentos numa caverna, rasgando a camisa dele para fazer panos, os molhava na chuva e os colocava nos meus lívidos e feridas. Era de se louvar, de alguma forma, a atitude do moleque, mesmo assustado, mesmo tentando segurar suas lagrimas de dor e desespero, com os olhos que já não haviam brilhos neles e estavam completamente opacos, ele tentava me ajudar, sabendo que talvez eu era o único que poderia salvá-lo. Ele  sabia que de alguma forma não teríamos chance de escapar vivo dessa, mas mesmo assim ele se agarrava a vida, a unica possibilidade, tentava lutar mesmo que tudo já parecia estar perdido. Provavelmente foi ele  quem me arrastou da margem até ali. 

- Putz! Sou eu que deveria ter salvado você, não o contrário! Qual é o seu nome? E o que aconteceu com vocês?

Disse me sentando, apesar de fazer algumas caretas devido ás dores que eu ainda sentia. O menino dizia se chamar Alex e que ele e sua família estavam se dirigindo, na minivan do pai, para Mystic Falls, só que, devido a não conhecerem bem a estrada acabaram se perdendo. Enquanto tentavam reencontrar o caminho, viram uma mulher deitada no chão, a mesma vampira que os estão caçando. o pai foi o primeiro que saiu do carro para socorre-la, mas foi rapidamente morto e decapitado pelo ruivo, enquanto que os outros dois reviraram o carro para impedir que a mãe calcasse o acelerador e fugisse. Depois Alex e a mãe dele foram retirados do carro e o resto da história eu já conhecia. Enquanto falava disso e revivia os momentos na sua mente começou novamente o choro mas eu logo o repreendi.

-Deixa de chororó, garoto! Tem que se manter firme, forte, fazer isso pelos seus pais que morreram tentando o proteger. Tem que seguir em frente, continuar a viver por eles, mas nunca esquecendo de quem eles eram. No entanto precisamos recuperar as forças para tentar escapar. Estamos bem longe da cidade mais próxima e cedo ou tarde teremos de depararmos diante deles. Até lá trate de descansar um pouco.

Lhe corri a mão direita pela cabeça e o mandei dormir. Eu também fiz o mesmo mas ficava em alerta, confiando que meus instintos e meus sentidos me alertassem caso houvesse algum perigo iminente. Após algum tempo, a luz do sol filtrada por um dos buracos da caverna me acordou. Mas não era só isso. Sentia também o cheiro pútrido de vampiro, com certeza eram os 4 de antes que ainda estavam a nossa procura. Se ficássemos ali por mais tempo, seria o nosso fim... tínhamos de nos mover e já! Porém outro detalhe foi captado pelo meu olfato: pelo jeito eles estavam divididos, dois deles estavam juntos enquanto que os outros dois estavam separados. Aquela podia ser a minha chance. Mandei Alex ficar quieto e calado dentro da caverna e saí a procura de um dos que se encontravam sozinhos.

No meio de um bambuzal encontrei o ruivo e, favorecido pela pouca visibilidade que as plantas disponibilizavam, travei o combate pegando-o de surpresa pelas costas. Porém ele conseguiu me sentir e desviou da minha investida e começamos a trocar-nos socos um ao outro até que, com um chute rasteira na perna dele o derrubei no chão e, saltando em cima dele, peguei uma pedra ali próxima e com ela bati repetidamente á cabeça dele até ficar esta totalmente esmagada e seu sangue respingasse na minha face. Quando me levantei, respirando aliviado por ter matado um, o homem de cor escura me pegou por trás, encaixando o braço direito no meu pescoço e apertando-o, tentando me sufocar. Minha face comecei a se tornar vermelha e fiquei também desesperado, movendo-me de um lado para o outro, mas ele não me largava de jeito nenhum. Num impulso de raiva e ira quase suicida, arranquei um dos troncos de bambu ali presentes e o enfiei no meu estomago um pouco mais a esquerda e o atravessei até que perfurasse o próprio vampiro. Claramente que sentia uma forte dor na região e garfava sangue, mas foi a unica coisa que me passou na mente e a unica maneira para enfraquecer meu oponente e tive sorte que nenhum órgão vital ou até mesmo a coluna vertebral não fosse atingida. Quebrando o lado do tronco na minha frente e pegando-o com a mão direita, aos poucos tentei me soltar do outro que prendia a mim e ao vampiro e uma vez solto, peguei a parte que quebrei primeiro e a encravei no coração do negro, sendo que não demorou para morrer.

Claramente não podia ficar assim com aquele ferimento aberto onde até mesmo uma laranja passaria descansado nela e perdia muito sangue. Tinha de estancar o ferimento e rasgando uma perna da calça e apertando-o a volta do abdome. Enquanto fazia tal procedimento ouvi o grito do garoto. Tentando ir o mais rápido que podia e confiando na minha capacidade regenerativa, fui até a caverna mas armado com mais uma cana de bambu cortada.

Entrei de forma cauta e assim que avistei o homem ao entrar na caverna, rapidamente atravessei o coração dele com o tronco, matando-o. Porém, por meu azar, a vampira estava na posse do garoto, ameaçando quebrar o pescoço dele, e me mandou, afastar do corpo do vampiro e do tronco, ficar de costas para ela e de joelhos. Fiz tal como mandei e rapidamente saltou em cima de mim e com grande força começou a bater a minha cabeça no chão. Tentei revidar, me soltar mas ela era muito mais forte de mim. Apesar das aparências, ela deveria ser muito velha. E após me deixar bem tonto e suspender minha cabeça pegando-a pelos cabelos e estava pronta para arranca-la do meu corpo, de repente me soltou e caiu ao meu lado, tomando assim como o negro e o moreno um tom bem acinzentado na pele e suas veias se tornavam mais visíveis. 

Alex havia pegou um pedaço do tronco usado para matar o moreno e o tinha enfiado bem no coração dela. Mas isso não era tudo! Os seus olhos começaram a brilhar, se tornaram amarelos e iguais ao de nós lobos quando estamos enraivecidos ou quebramos a nossa maldição, assim como o cheiro dele se tornava cada vez mais parecido com o da nossa raça. Pelo jeito ele era um de nós... não ele É um de nós.

Ele me ajudou a levantar e a me manter em pé e juntos saímos da gruta, servindo-me como bastão. No caminho expliquei o que havia acontecido, que ele era um lobo assim como eu, expliquei da maldição e o que aconteceria a ele nas noites de lua cheias. Porém, algo me alegrava. podia ver que seus olhos agora tinham um novo brilho, não estavam mais mortos, mas sim bem vividos. Mesmo com novas dificuldades no seu caminho, eu sentia que conseguiria dar conta deles, sobreviver nesse mundo cruel e injusto. Uma vez que chegamos finalmente na cidade, os nossos caminhos se separaram mas eu não estava preocupado. Sabia que estava pronto para enfrentar a vida e que um dia nos encontraríamos novamente. O que eu tinha de me preocupar agora era encontrar rapidamente um hospital.

-Adeus irmãozinho, se cuide!


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MensagemAssunto: Re: Ryan Fell Dom 2 Fev 2014 - 1:10

Avaliação


→ Ótima introdução, com direito a trama interno do próprio personagem.

→ Penso que poderia ter enriquecido melhor o primeiro combate, afinal os caras praticamente chegaram e te espancaram, não pareceu que você conseguiu ou tentou esboçar qualquer mínima reação. Algo totalmente diferente dos demais combates que foram bem desenvolvidos.

→ Poucos erros de ortografia e concordância, completamente aceitáveis, mas sempre é bom se puder revê-los.

→ Sem mais grandes observações, a missão em si manteve um nível bom, portanto está aprovada.

→ Parabéns, subiu para nível 5.



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Ryan Fell

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