Vampires Diaries RPG
Se perca em um mundo desconhecido, cheio de mistérios, magias e perigos. Uma pacata cidade que esconde em suas avenidas histórias inimagináveis. Onde a morte, que outrora era a única certeza da vida, se torna tão duvidosa quanto os pensamentos distintos que todos escondem em seu subconsciente. Seres sobrenaturais vagam naturalmente no meio dos humanos, em uma rotina nada normal. E segredos são descobertos a cada instante.
Venha conhecer a cidade mais surreal dos Estados Unidos, Mystic Falls.

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Emma Galerane

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MensagemAssunto: Emma Galerane Seg 27 Jan 2014 - 23:52

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Amigos ou inimigos?
 
Inspiro profundamente enquanto absorvo toda a reviravolta que acaba de ocorrer diante de meus olhos. Em primeiro lugar, contemplo o mendigo que jaz no chão a alguns metros de mim. Ele estabelece contato visual instantaneamente e posso ver em seus olhos a expectativa que tem com relação ao meu próximo passo: está esperando que eu o salve. De fato, não é preciso de um diploma em nenhum curso da área de saúde para reconhecer a gravidade da mordida presente no pescoço do homem. Por outro lado, a alcateia que outrora se empenhara em concretizar minha morte agora está à mercê da minha vontade, pois agora os raios solares estão incidindo sobre o precipício. Ao alternar meu foco entre os membros daquela gangue, os flashbacks dos horrores aos quais eu fora submetida há alguns dias assaltam a minha mente. Aquele pressentimento horrível e incessante de estar sendo perseguida. O alto índice de violência no bairro em que resido, inclusive a ocorrência com o mendigo...
E então, de modo tão inesperado que não seria surpresa uma lâmpada aparecer acima da minha cabeça, as peças se encaixaram em minha cabeça. De um modo ligeiramente independente, o meu cérebro realiza certa conexão entre o mendigo espancado diante da minha residência e o estado em que encontrei a porta de entrada da minha casa naquela mesma manhã. Só então, consigo entender a chave que entrelaça esses dois eventos. O mendigo não estava ali por coincidência. Aliás, a única razão justificável para suas roupas esfarrapadas – que me motivaram a rotular o indivíduo como um morador de rua – é o fato de que ele, sem dúvida, havia acabado de concluir mais uma metamorfose para extravasar seus instintos lupinos, o que certamente ocasionara aquelas marcas incomuns na porta. Ele estava por trás disso tudo. Ainda assim, no ápice da minha inocência, eu o livrei da agressão por parte daqueles dois desconhecidos. E esse meu ato deve ter sido o agente transformador necessário para que o suposto mendigo se dispusesse a me defender. Ele não iria querer ficar em dívida com uma vampira. Então, na mente dele nós provavelmente estamos quites. Mas, mesmo na luz dessa sucessão caótica de fatos inacreditáveis, aqui está ele, olhando fixamente para mim, ansiando pelo meu altruísmo para que consiga sobreviver ao dia de hoje. Contudo, ninguém que ousa tramar contra Emma Galerane sobrevive – e ele não iria ser minha primeira exceção.
Felizmente, minhas habilidades sobrenaturais me permitem fazer esse encadeamento lógico em poucos segundos, o que resulta em tempo de sobra para que eu possa arquitetar minha vingança. A alcateia agora foge para a floresta, sem sequer olhar uma última vez para os seus companheiros que agora estão sob minha custódia. Após um deslocamento ágil, pisoteio os dedos do homem suspenso no precipício sem qualquer sinal de pena, deleitando-me ao som de suas súplicas e gemidos de dor até que acompanho sua queda lenta e progressiva. Sua silhueta some em meio a um lençol de névoa que se estende alguns metros abaixo da beira do precipício, mas o som de uma colisão que ouço logo em seguida não deixa dúvidas de que ele já era. Volto-me na direção do “mendigo”, mas ao ver seu semblante de dor, opto por deixá-lo sofrendo e rompo os limites da floresta numa corrida bastante ágil. Em virtude da minha velocidade acima do normal, consigo ouvir os sons dos lobisomens fugitivos, que gritam uns com os outros no que me parece uma tentativa de reagruparem. Eles debatem acerca de um trailer estacionado em uma trilha a alguns metros dali, e decido permitir que a maioria deles alcance esse objetivo. Porém, intercepto o caminho de um dos componentes da alcateia, levando-o comigo para junto do trailer que não demoro em achar. Obviamente os outros ainda não chegaram, tendo em vista sua inferioridade na ausência da lua. Ignorando os berros assustados do meu refém, arremesso seu corpo com precisão na direção da árvore mais próxima do trailer, de modo que ele seja transpassado com eficácia por um galho robusto, que espeta o coração do rapaz e o traz para além do corpo. Abrigo-me na copa de uma segunda árvore e não tardo a presenciar a chegada dos lobisomens remanescentes. Eles se assustam ao ver o amigo morto – uma vez que uma considerável poça de sangue já se concentrou na base da árvore em que ele jaz -, mas logo invadem o trailer, um por um. Salto sobre o último deles e não permito que entre no veículo. Os outros, na pressa de fugir, acabam não reparando na ausência do rapaz e dão a partida, avançando por entre as árvores. Com auxílio das minhas presas, aplico uma mordida no pescoço do meu novo refém, apenas para iniciar o fluxo de sangue ali. Salto de árvore em árvore até emparelhar com o automóvel, largando o rapaz machucado diretamente no para-brisa do carro. O vidro é danificado e ouço os gritos dos passageiros. Mesmo percebendo que o motorista agora não está em pleno comando da máquina, salto sobre o automóvel e sorrio ao ouvir os gritos vindos dali. Vejo uma espingarda brotar para além de uma das janelas, mas o chacoalhar do trailer impedem uma boa mira, o que me deixar fora de perigo. Escalo a lateral do veículo e furto a arma do atirador assustado, cravando a estrutura metálica dentro do seu peito. Ele capota para trás sem emitir uma única palavra, embalado pelos gritos do motorista, que agora é o único que resta. Salto dali e torno a correr, conseguindo ultrapassar o carro descontrolado até me impor no caminho. O lobisomem é forçado a alterar o curso com a minha aparição, seguindo na direção que eu desejo. Corro até a orla da floresta unicamente para presenciar o trailer seguir de encontro ao mesmo precipício de antigamente, atropelando o “mendigo” durante o processo. Por fim, a máquina some de vista ao mergulhar de cabeça na névoa, e não tardo muito até ouvir o som da explosão que indica a conclusão da minha vingança.





Emma Galerane
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MensagemAssunto: Re: Emma Galerane Dom 2 Fev 2014 - 1:30

Avaliação


→ A narração em si está boa apesar de alguma confusão.

→ Esteticamente não é bom para o leitor, veja por exemplo a presença de dois parágrafos iniciais e um longuíssimo final.

→ Vejo que talvez as coisas não tenham ficado claras, se possível siga o roteiro de missão passado por MP, se quiser pode segui-lo bem à risca por que aqui encontra-se cenas muito valorizadas e outras completamente esquecidas. Nada a dizer sobre as perseguições antes do combate? Nada a trabalhar sobre elas e outras possíveis não mencionadas que poderiam ter ocorrido? E os confrontos contra os lobisomens, e os motivos que te levaram a se refugiar na floresta?

→ Para mim carece de detalhes, carece de bagagem ao texto.

→ No atual estado em que se encontra a missão está reprovada, no entanto haverá mais uma chance para que você não deixe esse nível escapar, terá 3 dias para reescrever a missão de forma que atenda as exigências. A nova missão pode ser postada aqui neste tópico, o prazo vai até 05/02/2014 às 23:59 hrs.

→ Boa Sorte.

→ Não editou a missão, logo a mesma se encontra reprovada.



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