Vampires Diaries RPG
Se perca em um mundo desconhecido, cheio de mistérios, magias e perigos. Uma pacata cidade que esconde em suas avenidas histórias inimagináveis. Onde a morte, que outrora era a única certeza da vida, se torna tão duvidosa quanto os pensamentos distintos que todos escondem em seu subconsciente. Seres sobrenaturais vagam naturalmente no meio dos humanos, em uma rotina nada normal. E segredos são descobertos a cada instante.
Venha conhecer a cidade mais surreal dos Estados Unidos, Mystic Falls.

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Steven Gerrard

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Steven Gerrard

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MensagemAssunto: Steven Gerrard Ter 28 Jan 2014 - 17:08

Steven Gerrard
Lendas e Sussurros
Sem dúvida alguma o Coven lhe vinha tirando o sono, o teste ainda tomava seus sonhos transformando-os em verdadeiros pesadelos, enquanto a pergunta mortal e suas resposta ecoavam. Mas era hora de jogar isso fora, principalmente agora que Steven finalmente tinha algum momento em paz para voltar aos estudos de magia em sua pequena biblioteca com variados escritos de sua bisavó e outros antepassados. O livro em questão era curioso, tratava sobre um anel misterioso, mas a informação que ali continha era desprezível ou basicamente parecia mais folclore que coisas concretas. Encarou um pedaço misterioso que simbolizava sua união ao Coven e por algum motivo o apertou fortemente. Passou a mão no rosto, estava meio exausto, tinha que sair, se distrair, a rotina diária se baseava em administrar e cuidar da fazenda e todo o tempo livre sempre enfiava a cara em livros ou práticas nada teóricas de magia. Encarou o espelho focando-se principalmente na barba por fazer em seu rosto, era melhor sair, definitivamente. Lavou o rosto e fez a barba, trocou rapidamente de roupa e foi até o Grill no mínimo tomaria uma cerveja ou um vinho barato, tinha que se distrair um pouco.

Foram alguns minutos de sua propriedade até lá, mas o tempo demorado valeu a pena, a cerveja gelada descia muito mais saborosa que o de comum em sua garganta. Virou a garrafa e logo em seguida bateu-a sobre a mesa pedindo, automaticamente, outra ao garçom. Foi então que dois sujeitos estranhos se aproximaram e o abordaram, estavam bem vestidos, melhor que o visual simplista de Steven. 

- Steve não é?
- Não, me chamo Steven...E vocês são...?
- Somos pessoas afim de trocar informações.
- Sou todo a ouvidos.

A cerveja chegou, três na verdade, um deles exibiu cordialidade insistindo para pagar essa rodada e já deixando a outra por encomenda. Os homens eram bastante suspeitos, afinal deve-se desconfiar de exemplos como estes. Deixou os homens falarem e como falaram de um tal pergaminho, inicialmente Gerrard desconfiou de que tudo aquilo era um golpe, mas depois que um deles sacou o papel e o abriu na mesa a reação de Steven foi arquear as sombrancelhas com certa surpresa.

- Por que não dá uma olhada você mesmo e me diz o que acha?

Papel antigo com cheiro de mofo, não duvidaria da idade do documento e muito menos dos meios de preservação e conservação impróprios do mesmo. Um olhar mais focado para o que estaria escrito, deveria conhecer algumas letras aqui e acolá, mas nada que pudesse dizer com precisão. Por algum motivo o pergaminho parecia pulsar chamando seu nome, como se Gerrard tivesse de tê-lo de qualquer jeito.

- Por que não deixam isso comigo para eu dar uma olhada com mais calma?
- Nada disso amigo, ou você entende o que tá escrito aí ou pode ir para casa sem isso.
- Calma, calma. Meu amigo aqui foi muito equivocado em suas palavras, só estamos dizendo que esse documento é importante para nós e não podemos deixá-lo com você mesmo que seja do nosso desejo ter ajuda. - ponderou um deles servindo de mediador
- Conheço algumas letras e outras palavras não me são estranhas, mas mesmo juntando tudo que sei, não vou conseguir mais que duas frases sem sentindo algum. - trouxe o papel para mais perto dos olhos numa tentativa frustrada de reconher algo novo, mas nada.

Não podia deixá-los partir com o pergaminho, sua curiosidade estava despertada o bastante para desejar aquilo. Tinha que ser rápido, pensar rápido e agir rápido. Precisava daquilo, talvez para satisfazer seu ego, ou talvez apenas por sentir que deveria e nada além disso. O garçom voltou trazendo mais garrafas, foi quando um dos homens enrrolou o documento novamente, mas o deixou em cima a mesa enquanto se voltava para falar com o atendente. Rapidamente Steven recolheu um papel do bolso, alguma propaganda de uma loja qualquer na cidade, estava surrado a ponto de sua coloração parecer tão velha quanto a do pergaminho. Era agora ou nada, liberou algumas faíscas na saia de uma mulher que passava a seu lado, delas se originou uma pequena chama. A distração foi suficiente para todos se focarem na mulher que rodopiava feito peão e Gerrard ter tempo de trocar o papel pelo pergaminho.

- Tenho alguns compromissos, boa sorte com o documento.

Disse e saiu, mas foi uma péssima escolha roubar o documento. Passava dias vidrados naquilo, na biblioteca o chão estava coberto por livros, alguns empilhados outros abertos e espalhados, no centro ele e o documento numa tentativa falha de descobrir algo novo. Perdeu horas, dias com aquilo, chwegou a ficar trancado 3 dias inteiros dentro do cômodo, sem comer ou beber nada, no final desse tempo percebia-se que estava pálido feito um doente terminal. Olheiras protuberantes como se fosse um guaxinin, provavelmente perdera alguns quilos e sem progresso algum. O pior de tudo eram os sonhos, que sempre o faziam acordar assustado e ensopado de suór durante a noite, ver-se frente-a-frente com um olho de fogo gigante não era confortável, principalmente quando o sonho parece ser mais um mau-presságio. Buscou conforto em meia dúzia de Malboros, não costuma fumar, mas o fazia quando a vida parecia dizer que tudo daria errado. Enrolou o pergaminho quando o tabaco acabou e se jogou na cama, uma boa noite de sono, era tudo o que precisava para renovar as energias, mas nem isso poderia acontecer. Sem dúvida tinha algo de errado, outro sonho mas agora com um despertar ainda mais violento, cheiro de gás, saiu as pressas, com o pergaminho em mãos e depois tudo se resumiu a uma explosão. "Mas que merda é essa?"; borbulhou em pensamentos até ouvir passos.

- Sabe não é legal roubar as coisas dos outros...
-Venha cá seu ladrão de meia tijela, vou te virar do aveço e picar até devolver o que roubou!!

Visitas nada ilustres, os dois homens surgiam ainda mais agressivos. O combate foi eminente, eles tomaram a dianteiro, Steven mal teve tempo para reagir. Tudo o que pensou foi em se afastar da fazenda para evitar mais danos e foi o que fez, tanto que quando conseguiu parou de fugir e decidiu encará-los.

- Sabe, se vocês continuarem destruindo tudo ao redor eu vou ter que parar de me esquivar.

Provocação em tempo indevido, apenas serviu de combustível. Eles atacaram, suas ações se completavam como se fossem gêmeos a ponto de conhecer tão bem um ao outro. Apesar de bruxo, Gerrard ainda era humano, o que provava que ele era um mortal. Desviou-se de um tronco que foi arremeçado contra ele, mas não conseguiu se esquivar de uma rajada de pedras. Tentou contra-atacar com fogo, mas sempre que julgava conseguir pegar um desprevenido, ele se salvava graças ao outro que estava pronto para defendê-lo. Gerrard foi arremeçado violentamente contra uma árvore, caiu no chão cuspindo um pouco de sangue, realmente estava em mals lençóis. Limpou o filete de sague que escorria do canto da boca, novamente sem tempo, tentou se defender erguendo uma parede de fogo, mas fogo não é exatamente um elemento defensivo. A árvore o atingiu ainda em chamas, e suas pernas ficaram presas abaixo da madeira retalhada pelas pancadas. Inconsciente por algum tempo, a pancada na cabeça tinha sido forte demais a ponto de ele ter sorte de não ter saído com nenhuma sequela mental. Acordou com um deles pisando sobre seu rosto.

- Acabou pra você amigo. - ele se inclinou e pegou o pergaminhou de dentro do casaco de Steven.
- Ganhou uma passagem só de ída para o inferno. - o outro sacou uma faca e mirou em seu pescoço - Vá para junto da sua laia!!

A faca foi em direção a seu pescoço e o acertou, mas a morte ainda estava longe. O poder do Coven finalmente foi ativado, talvez ele tivesse demorado demais para fazê-lo, num piscar de olhos sua pele se transformara numa forte armadura, o carbono enrijeceu tanto a ponto de se tornar tão resistente quanto diamante, fazendo a lâmina da faca se quebrar em estilhaços de metal. Os homens olharam assustados, mas não havia mais tempo para reações, Steven pegou um pelo pescoço e liberou uma chama tão intensa que quase decapitou o homem. Queimou o tronco com velocidade enquanto o outro corria para se salvar. As cinzas eram fáceis de se remover, ele mancava de uma das pernas, mas alcansou o fugitivo derrubando-o com um cruzado no rosto. Pisou sobre o pescoço dele.

- Não gosto de viagens, mas aproveite a estadia por mim!

Sufocou o homem com o pé a ponto de afundar seu pomo de Adão e fazê-lo cuspir sangue. Recolheu o pergamninho e finalmente parou para ver sua condição. Ele não se regenerava o poder do Coven apenas lhe fornecia uma armadura invejável contra dano físico, mas quando era desativado tudo voltava a ser como estava antes. Perambulou até o hospital e depois de alguns cuidados foi liberado, mas a surpresa não parava por aí. Quando abriu o pergaminho novamente novas informações foram reveladas.

- Uma Igreja?

Parecia que aquilo era só o começo de uma longa jornada.


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MensagemAssunto: Re: Steven Gerrard Sab 8 Fev 2014 - 18:08

Avaliação


→ Os detalhes sobre como o artefato atingiu você foram muito bons, realmente claros e trabalhados. 

→ O combate poderia ter sido melhor, mas tudo ok até então.

→ A provocação do personagem logo no início da luta foi um ponto forte também.

→ No geral a missão foi boa, não há motivos para mais comentários.

→ Parabéns, nível atual 7.



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