Vampires Diaries RPG
Se perca em um mundo desconhecido, cheio de mistérios, magias e perigos. Uma pacata cidade que esconde em suas avenidas histórias inimagináveis. Onde a morte, que outrora era a única certeza da vida, se torna tão duvidosa quanto os pensamentos distintos que todos escondem em seu subconsciente. Seres sobrenaturais vagam naturalmente no meio dos humanos, em uma rotina nada normal. E segredos são descobertos a cada instante.
Venha conhecer a cidade mais surreal dos Estados Unidos, Mystic Falls.

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Célula do Monstro

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MensagemAssunto: Célula do Monstro Qui 26 Fev 2015 - 21:56

Célula do Monstro
A Coruja Acólita
Percorrendo sobre a trilha de flechilhas, os faróis do carro mostravam-se inúteis e na caçamba uma picareta e duas pás. Na rota alternativa já não conseguiam se situar, como numa maldição as nuvens de neblinas não cessavam devido aos avanços, a aceleração. Um som feminino e gutural invadiu os ouvidos de todos no interior do veículo, não apenas este, o carro desligou e o motor ressoou. Hayley tentou ligá-lo, uma tentativa válida, mas ao acelerar nem um palmo o carro foi capaz de mover-se, apenas apagou subitamente. A Hayley e a Elizabeth ouviram o bater das asas de uma coruja tão escura como o céu, ela pousaria no galho de uma jacarandá (estranho ela por ali, nesta vegetação tão uniforme), seus olhos – do ângulo em as mulheres estavam – pareciam glóbulos magníficos, como se todo o universo estivesse retratado diante de vossas presenças. Uma pontada dolorosa foi o preço da solução, as bruxas viram uma pareidolia e então identificaram… Algo bloqueava o caminho, uma barreira? O carro podia dar ré, mas não podia avançar. A trilha continuava diante de vós, pernas, para que te quero.

Todos saíram do veículo, respectivamente o motorista trancou as portas. Bonnie e Nathallie convenceu de que a barreira não era prejudicial, então todos a cruzaram e a neblina ali dentro ficou mais fina. De imediato a coruja no galho de jacarandá estendeu suas asas e planou até o meio da trilha, ela tentava com suas garras puxar algo parecido com a ponta de um caderno, mas o objeto dentro de uma escavação rasa não sairia com esta pequena força que a coruja tinha, a história seria diferente se fosse a de um humano. Os presentes viam a grama alta e repleta de plantas esbeltas, uma trilha levemente íngreme entre as árvores, feita pelo caminhar constante de pessoas e veículos não crescia mais grama, repleta de pequenos buracos em meio a terra umedecida pelo orvalho a trilha seguia reta. Não dá para saber o que vós espera, no horizonte apenas a escuridão.

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"..Então vem, senta no meu colo
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Última edição por Savantic em Dom 1 Mar 2015 - 22:49, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Célula do Monstro Sex 27 Fev 2015 - 21:46

This Never Ends Well
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Assim que ouviu o baque da porta se fechando, o primeiro ato de Bonnie no exterior do veículo foi intuir içar uma das pás que se dispuseram na traseira do automóvel. Em conseguinte, atravessou os passos apressados até as beiras da névoa densa que se estendia defronte seus olhos obliterados pela escuridão noturna. Inicialmente, a bruxa abusou do tato para obter consciência da neblina, que, alva demasiadamente, resvalou por sua pele de modo que a resfriasse de maneira exorbitante.

 
Havia um senso de magia no interior da bruxa da linhagem Bennett que a alertava sobre as idealizações mágicas presentes naquele ambiente ainda inexplorado. Arriscou acometer um passo ao interior do breu esvoaçado e amplo após certificar-se fisicamente de que não havia perigo além do frio constante. O solo umedecido que se alastrava no local de maneira abrupta encharcava a sola de seus sapatos despojados, além de produzir simplórios ruídos a cada passo que se prosseguia.
 
O instrumento para cavar permanecia firme nos punhos ineptos da negra que se dispersou a fundo na névoa com passos receosos e curtos a medida que se afastava ligeiramente das colegas. Optou, então, por aguardar por suas respectivas manifestações enquanto vislumbrava no horizonte inóspito o revoar agrupado ao piado de uma ave silvestre e noturna. Com um pouco mais de esforço a partir dos olhos acastanhados, a bruxa arriscou enxerga-la com mais apreço.
 

Um livreto, semelhante ao formato de um diário se resguardava debaixo das garras da coruja misteriosa e soturna que se instalou diante de Bonnie, com o diafragma estufado de maneira desafiadora. O ímpeto aventureiro do animal demonstrava mais afeição à audácia e ousadia que a própria bruxa, dotada de magia quase que inábil e instável. Aos poucos e ainda mantendo os braços em hesitação, apostou num golpe com a pá nos pedregulhos do pântano sintético que se abrigou na região emblemática, de modo que o ruído provocado no impacto entre o metal e os fragmentos rochosos acabasse espantando a presença animalesca por, no mínimo, tempo suficiente para que obtivesse chance de recuperar o livro aprofundado na lama. 




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MensagemAssunto: Re: Célula do Monstro Sex 27 Fev 2015 - 22:17

Mission: Ato 01

--------------------------


Elizabeth Chesterton, uma vampira original, vagava dentro de um carro junto a si encontrava-se também três belas jovens, uma morena, uma loira e outra desconhecida pela mesma. Ambas olhavam pelo retrovisor uma forte neblina quando algo era ouvido, um som ensurdecedor ecoará nos ouvidos da loira. O carro ainda vagava pela estrada quando o mesmo resolverá dar uma parada, o motor fora desligado. A mesma ouvirá também sons de asas batendo e pousando em seguida em alguma árvore próximo dali. Por persistência a mulher resolverá sair do carro, estava um pouco gélido e sombrio aquele clima e, com a neblina não ajudava em absolutamente mais nada.

Em seguida todas cruzaram aquela forte neblina. – Gente, isto tudo está estranho. O que será aquilo que a coruja está tentando carregar com ela? - Elizabeth olhará por um instante suas companheiras de trilha, achando estranho toda aquela aparição da coruja misteriosa. Logo, avistará a coruja tentando puxar algo de algum lugar, apenas a ponta de algo era vista. Mas, o que poderia ser aquilo? A mesma tentou aproximar-se um pouco da escuridão a sua frente, deixando suas colegas bruxas ali para observar algo a mais daquela coruja. Tentava olhar a cada perímetro do que podia observar para encontrar algum tipo de pista. Vendo que nada era avistado pela mesma, resolveu por voltar perto de suas parceiras.

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MensagemAssunto: Re: Célula do Monstro Sex 27 Fev 2015 - 22:54

Célula do Monstro
A Coruja Acólita
Após a parada do carro...
[…]
Bonnie apanhou umas das pás na caçamba e atravessou a barreira, a visibilidade para ela aumentou, porém o horizonte continuou negro e ao bater a pá nos pedregulhos a coruja eriçou o corpo e torceu o pescoço localizando a fonte do som, de nada resolveu. Em vez de fincar a garra no objeto ela bicava ao redor, tentando retirar a terra que cobria-o. Eliza também havia atravessado a barreira, aproximou-se da coruja e do objeto, poderia concluir que era uma espécie de livreto da capa preta e pelo ângulo visível ele só poderia estar inclinado aproximadamente em 70º. Devido a aproximação o animal exibiu a pelagem cinzenta do interior de suas asas como se fosse abrir voo, mas regressou ao estado de antes quando Eliza recuou.


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MensagemAssunto: Re: Célula do Monstro Sex 27 Fev 2015 - 23:18







Noite assombrosa



Seguíamos no carro, embora eu temesse estar perdida. Embora tentasse ver através da janela, apenas a escuridão se fazia presente. O carro balançava tanto que a estrada era de chão batido e cheia de pedras ou buracos. Temia que o pneu furasse ou algo do tipo acontecesse se continuássemos naquele ritmo. 

Meus pensamentos sobre o local veio com o surpreendente som feminino que se fez presente, ao mesmo tempo que o carro desligou. Parecia filme de terror e meu coração já estava acelerado.
 
- Batemos em alguma coisa? - Desta vez minha resposta foi o ronco do carro que tentara ser ligado, mas logo afogou novamente. Instantaneamente saí de dentro do carro, onde meu pé esquerdo afundou em um buraco coberto de lama. Ligeiramente me afastei e me coloquei diante do carro para ver no que havíamos colidido e a resposta foi: Nada. Não colidimos com nada... Nada visível, ao menos. A névoa era tão densa que aliava-se a escuridão, fazendo nossa visão ser realmente um desafio. Estando muito receada com o local estranho e assombroso, peguei a picareta dentro do carro, me precavendo de qualquer eventualidade... 

Algo dentro de mim gritou mais alto que qualquer receio que eu pudesse ir a ter, então comecei a avaliar o local com os olhos, tentando ignorar a névoa densa e quase cegante. As meninas pareciam fazer o mesmo, cada uma avaliando o local. Em uma tentativa de defesa e cautela, projetei uma barreira de proteção ao meu redor que iria me proteger de qualquer ataque físico inesperado, e então continuei caminhando. Me aproximei da árvore, e me surpreendi ao saber qual era.. Mas.. tão rara para um local como este. Minha mão se tornava molhada ao riscar o ar de tão densa que era a névoa assim que retirei uma folha de um galho baixo da árvore, para analisá-la melhor..
 
.. Assim que Bonnie e eu nos certificamos da barreira, passamos pela mesma sentindo uma pontada invadir nossos corpos, então a névoa se tornou tão.. rasa. Olhando para trás pude perceber que a névoa ocultara o carro desligado, então logo percebi que a Névoa era a própria barreira.. Muito curioso.

Olhando em todas as direções, ambas difusas pela névoa inconstante, pude perceber alguma trilha ou apenas um buraco escuro em uma direção. Logo as garotas e eu percebemos o som de uma coruja que voara em direção ao chão, tentando falhadamente carregar a ponta de algum objeto soterrado na terra. Não sei direito o que aconteceu, mas logo Bonnie tentou espantá-la com a pá em mãos. Entretanto, antes da bruxa baixar a pá em direção a coruja, projetei uma barreira ao redor da mesma que impediria a bruxa de ser atacada fisicamente pela coruja.. Estava certa de que os sentidos apurados de Eliza iria nos alertar de qualquer outra aproximação em nossa direção, enquanto Bonnie e eu tentávamos resgatar o objeto desconhecido. Percebendo que a coruja não saíra do local sobre o objeto desconhecido, murmurei outro feitiço. - Clamus lapiens. - A coruja seria impactada para trás, para que eu pudesse me apossar do objeto soterrado, visto que a coruja não poderia voltar já que a barreira ao meu redor iria bloqueá-la

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MensagemAssunto: Re: Célula do Monstro Dom 1 Mar 2015 - 13:11

Mission: Ato 02

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Aquela coruja misteriosa não agradava nenhum pouco Elizabeth, aos poucos se aproximava do inquilino livreto preso a meio aquela terra, mas recuava por conta do susto que levará com a coruja. Ela tentava puxá-lo, mas logo a moça morena que tocava com a pá em mãos para assustar aquela coruja bisbilhoteira fez sua ação. Algo nela chamava-a a atenção, Elizabeth observava a cada olhar que a mesma lhe dava. Nathallie, a loira usará seus feitiços de barreira para proteger a mesma e também a Bonnie, aquele pássaro não tinha chances contra nós. – Bonnie este livro é misterioso, tente pegá-lo. – Eliza aproximou-se delas para então observar ainda mais aquele cenário, qualquer coisa que pudesse acontecer seria culpa da mesma por não observar o suficiente com seus sentidos apurados.
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MensagemAssunto: Re: Célula do Monstro Dom 1 Mar 2015 - 13:38

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Uma pontada preencheu o tronco de Bonnie assim que trespassou a barreira constituída pela névoa, que, em parte, se dissipou assim que fora penetrada pela bruxa. A dor foi facilmente suportada, visto que a negra descendente de salenitas já beirou a morte pelo uso excessivo de magia. Seus golpes com a pá nos pedregulhos não foram aptos o suficiente para espantar a coruja que residia por sobre o objeto de seu interesse pessoal. 

– Elementa saltasset sub lege mea! – Bennett declarou em tom vocálico elevado, proliferando pelo solo, em um acaso, um breve tremor terrestre. Caso a primeira etapa de sua feitiçaria aliada à expressão obtivesse êxito, um novo passo se sucederia. Por fim, a terra tornou-se movediça e prosseguiu até as mãos de Bonnie, levando consigo as páginas velhas encadernadas com uma capa incógnita. Por ventura, a coruja não seria trazida junto, uma vez que fora impactada por Nathalie e uma barreira repelente se instalou aos derredores das bruxas presentes assiduamente no local.

Em caso de procedência de seus atos, Bonnie ascende o braço com cautela até o livro e o apanha com firmeza, atrelando os dedos ao seu redor para fisga-lo do lamaçal. Ao passo que o puxa, rodeia os olhos para certificar-se da companhia de Nathalie e Elizabeth enquanto dita, num tom calmo.

– Alguém gostaria de me ajudar? – e exerce mais força no puxão, analisando a coruja entreabrindo suas plumagens das asas, muito provavelmente para instigar o recuo das garotas.




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MensagemAssunto: Re: Célula do Monstro Dom 1 Mar 2015 - 14:05







Noite assombrosa



A coruja estava decidida em zelar pelo objeto ao ponto de me fazer ter mais cautela em meus atos, mas nada poderia me fazer recuar enquanto estivéssemos naquele dilema. Qual seria o objeto desconhecido soterrado na terra? Poderia ser muitas coisas, mas minha mente estava acreditando er uma espécie de livro ou algo dese tipo.

Não demorou muito até que Bonnie manipulasse a terra para puxar o livro em nossa direção, enquanto Eliza e eu nos certificávamos do recuo da coruja acólita. Quando o ojeto estava próximo se movimentando na lama, o puxei com a ponta da picareta rapidamente, e logo Bonnie pôde pegá-lo em mãos

- Precisamos sair daqui, gente. Mas, antes.. - 

Olho novamente para coruja, que parecia tão desconhecida quanto perigosa. Talvez, devêssemos acabar com ela antes que se vire contra nós. Me desloquei junto as garotas novamente; a picareta em minhas mãos estava em posição de ataque. 

- Elementa saltasset sub lege mea! - Recitei em tom firme algumas vezes quando o reflexo das chamas sobre a coruja refletiu em meus olhos, e a terra sob a coruja a prendeu no chão pelas garras. As chamas incandescentes provenientes do fogo engoliram o animal desconhecido aliado a minha Pironicese para matá-la mais rápido. Em qualquer circunstância, usaria a ferramenta em minhas mãos para decapitar a coruja perigosa. . 

- Gente, o que acham de seguirmos por ali? Antes que aconteça qualquer outra coisa anormal por aqui.. - Disse apontando a picareta em minha mão para a trilha escura, que iria nos levar para outro lugar desconhecido. 

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MensagemAssunto: Re: Célula do Monstro Dom 1 Mar 2015 - 19:37

Célula do Monstro
A Coruja Acólita
A bruxa loira que transpôs a barreira com alguns gestos, expressões faciais e uma fala fracassou na criação de uma barreira para a proteção sua e da afrodescendente, pois em algum ponto de suas ações, algo foi falho e para baldá-la o feitiço utilizado na ave foi ineficaz, nada aconteceu, algo a protegerá ou ela não fora vista como um alvo, levando em consideração que no ângulo em que a bruxa mirou, a pedra atrás da coruja se quer se moveu. A escuridão tomava conta de tudo, mal elas poderiam visualizar dois metros a sua frente com nitidez, silhuetas de árvores nas laterais formavam o cenário, o breu era o céu e está visão era a mesma até para Eliza. O feitiço de Bonnie foi falho.

Considerações:
 



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MensagemAssunto: Re: Célula do Monstro Seg 2 Mar 2015 - 20:38

There is still hope for us?
A neblina que circundava o automóvel era densa, os faróis do carro não faziam a menor diferença dentre a situação em que nós estávamos. Éramos quatro e apenas a escuridão se fazia presente, esfreguei as mãos em meus antebraços no intuito de amenizar o frio exorbitante que a leve brisa gelada trazia em nossa direção, eventualmente, sem êxito. Já tínhamos nos desalojado do carro e conseguintemente começamos seguir uma trilha gramínea que trajava praticamente toda a trajetória do lugar em questão.

Depois de andar alguns pouquíssimos quilômetros, finalmente nos deparamos com uma coruja que de imediato saltou do arvore em que estava e planou na superfície intangível. Ficamos visualizando o voo da ave rapina atônitas, até que de repente seu pouso nos proporcionou uma dúvida cruel. A ave tentava retirar uma espécie de caderno – mágico ou não – do chão, com seu índice de massa corpórea era impossível realizar tal tarefa com sucesso. Eu permaneci atônita o tempo todo, mas embora eu estivesse sem reação, eu observei com mais clareza que as outras meninas que por sua vez tentaram de diversas formas atacar a pobre criatura ou até mata-la para conseguir o livro. Para mim não era necessário, mas não quis me meter.

Depois de um longo tempo tentando descobrir a real finalidade daquele animal ovíparo ali, eu resolvi entrar no jogo. Coloquei minha cabeça para funcionar e analisei com prontidão tudo que já tinha sido feito. Como nós a atacamos e ela não revidou, claramente ela não é nossa inimiga. Depois de Bonnie quase tentar carboniza-la, pedi que cessasse os feitiços por um tempo e que as garotas não tomassem nenhuma ação hostil contra o animal.

- Vamos tentar uma aproximação amistosa, acho que depois de tudo isso é só o que nos resta não é verdade? – Administrei alguns passinhos em direção a coruja, de forma sorrateira para que não pudesse assustá-la. A minha vociferação soava num tom extremamente calmo, visando novamente não assusta-la. Era de total importância não afasta-la das redondezas afinal, eu queria respostas também. Gradativamente, me abaixei e estendi a mão ainda que alguns quadrados longe do animal para que nós pudéssemos ter uma privacidade altamente inofensiva. Sussurrei, baixando a guarda. – Será que você não poderia dar espaço para eu auxiliar-te na retirada do caderno debaixo dos pedregulhos?




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MensagemAssunto: Re: Célula do Monstro Ter 3 Mar 2015 - 0:30

Mission: Ato 03

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A terceira mulher que com Elizabeth e as outras seguia em busca daquela saída, a mesma era bonita e extravagante. Aproximou-se próximo a Bonnie ajudando-a com aquele livreto, mas preciosamente tentava não assustar a pequena coruja, tendo uma aproximação cara a cara com ela. Era engraçada a forma que ela estava vociferando com o pássaro, parecia ser um humano em forma de animal. Agora, tudo estava claro para Elizabeth, a híbrida só conseguiu conversar com aquela pequena ave porque não era exatamente um animal e sim um humano disfarçado. Tudo era claro agora, as coisas começavam a se encaixar e a serem colocadas em seu devido lugar. Vendo que a mesma detinha forças o suficiente para pegar aquele livreto mágico, Eliza seguiu pela trilha junto das restantes enquanto a híbrida conversava com a coruja.
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MensagemAssunto: Re: Célula do Monstro Ter 3 Mar 2015 - 23:22

Célula do Monstro
A Coruja Acólita
A última a sair do veículo foi Hayley que atravessou a barreira e até o momento apenas observava as garotas.
[…]
Uma ideia simples, porém brilhante aflorou na mente da simpática híbrida, uma aproximação amistosa talvez fosse a resposta o tempo todo, o medo espanta o simples e traz o complicado. E a coragem, a simpática, o que elas trariam a vós? Pisando fofo ela foi, a coruja não se importou com a aproximação, muito menos com Hayley. A atenção da ave estava depositada na única pessoa que demonstrou ter conhecimento mágico, a senhorita Evans. Os olhos englobavam mistério, englobavam traição, sim, chegava a englobar sentimentos humanos, o que obviamente demonstrava não ser. No ápice da aproximação a coruja torceu seu pescoço velozmente para Hayley e sacudiu a cabeça com negação até desvanecer, como se um portal surgisse em suas garras e subisse até as orelhas, porém nada apareceu, ela apenas foi apagada, sem nenhum rastro de sua existência e a mão da Híbrida continuou estendida próximo ao livreto. O item tão cobiçado estava a alcance de um puxão.

Elizabeth deixou suas amigas seguindo a trilha, mas infelizmente a pobre mulher não sabia onde pisava, não sabia para onde estava indo, pois estava tudo tão escuro.



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MensagemAssunto: Re: Célula do Monstro Qui 5 Mar 2015 - 20:01







Noite assombrosa



Aquele cenário assombroso que provocava nossas mentes instigava o temor sobre o desconhecido. A corrente de ar era fria, mas não violenta, enquanto a névoa circundava pelo local ao nosso redor. Sobre a densa névoa, somente podia ver as garotas e algumas coisas a frente, as árvores estavam difusas pela visão falhada. 

Depois de nossas falhas tentativas, Hayley tentou de sua maneira uma aproximação física e pacífica com o animal que aparentava perigo. Confesso que fiquei temerosa com sua aproximação, e estava decidida a pará-la antes que seus próximos passos pudessem ser os últimos que daria com vida, mas me apoiei na ideia de sua resistente natureza Híbrida ao ver que a coruja não dava sinais de ameaça, embora seu olhar fixo em mim estivesse me deixando incomodada.

Estava paralisada, enquanto Hayley falava qualquer coisa com a coruja, e então a vi simplesmente desaparecer de forma instantânea. Minhas botas pisavam em buracos enlameados quando me aproximei de Hayley ao vê-la pegar o objeto que nos despertara tanto interesse.

- Ok... isso foi um péssimo jeito de agradecer. - Murmurei desarmada com palavras em minhas tentativas de matar a coruja.. Hayley abriu o livreto enlameado, enquanto vasculhávamos qualquer informação de forma ansiosa. Peguei-o para visualizá-lo melhor os detalhes.. Parecia uma espécie de livro com algumas escrituras. 

- Elizah, acha... - Disse sem terminar a frase, com o cenho franzido ao erguer os olhos onde Elizabeth estaria parada, mas ela já não estava lá e a névoa me impedia de ver adiante. 

- ELIZABETH! - Gritei com a picareta em mãos, olhando apreensiva em todas direções, mas sem sucesso de localizá-la. Se ela não estivesse longe, apostando todas minhas fichas nessa possibilidade, iria ouvir meu chamado para nos encontrar.

- Vamos, Hayley, temos que sair daqui. . - Sentia o sangue queimar meu rosto, toquei no ombro da loba e adentramos juntas em alerta ao interior da trilha cortando a corrente de ar frio.. O que nos aguardava?

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MensagemAssunto: Re: Célula do Monstro Qui 5 Mar 2015 - 23:28

There is still hope for us?

Senti o pulso de Nathallie pousar sobre meu ombro, meio atônita diante do modo em que a criatura ovípara tivesse se dissipado no imenso vácuo preenchido somente por um silêncio estarrecedor. As horas se passaram, mas a neblina continuava densa. Era quase impossível enxergar meu próprio palmo defronte ao meu rosto. Soergui meu corpo e fiquei em posição de indecisão. Eu não sabia se avançava ou aguardava uma espécie de sinal, a cautela precisava ser minha maior aliada naquele momento. Contudo, eu não estava sozinha, pus-me na retaguarda de Nathallie propositadamente no intuito de proteger-me de ataques surpresos. Sabe lá o que mais esse âmbito esconde.

Jornadeei com Nathallie pela trilha de pavimentação gramínea e a cada passo que era suscetível a mim e a outra moçoila eu girava a cabeça em diversos ângulos, averiguando a situação do local. Era meio inútil se formos colocar em conta a neblina que insistia em nos circundar, parece que era de proposito. A brisa gélida sucumbia ao toque para com minha pele e sacudia os meus fios de cabelo acastanhados. Embora não fosse violenta ela proporcionava calafrios em qualquer um, eriçando meus pelos involuntariamente. Arremessei meus cabelos para trás e agarrei na mão de Nathallie, dando falta da outra companheira de equipe, Elizabeth.

Nath, onde está Elizabeth? Eu pensei que ela estivesse atrás de mim – Forcei uma parada súbita da bruxa que me acompanhava, vociferando normalmente. Sem praticar nenhuma espécie de sussurro, o que estivesse ali e pudesse ouvir iria aparecer.

Será que devemos espera-la? Acho que ela se perdeu, mas com certeza se ela seguir a trilha vai nos encontrar. Vamos torcer para ela não ter pisado em falso e caído em qualquer buraco que se mantenha presente não é? Eu pisei em várias poças de lama até chegar aqui e eu acho que você também.





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MensagemAssunto: Re: Célula do Monstro Sex 6 Mar 2015 - 15:25



   
   
   
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B
onnie perdeu a noção de tempo enquanto estudava as possibilidades de reverberar a situação ao seu favor enquanto caminhava de um lado para o outro até que se viu, enfim, perdida no breu constituído pela névoa sólida que se tornava mais densa a cada instante consecutivo. Seus olhos reluziam perante a Lua desbotada e desfocada em prol da nuvem em seu derredor. Aos poucos, reconstituía imagens do caminho que percorreu subconscientemente, numa tentativa falha de tentar recobrar os passos que realizou outrora.

 
Definitivamente, não fazia a mínima ideia de onde estava. Nem mesmo seu foco no livro que ansiava resgatar da lama foi suficiente para mantê-la inerte. A última da linhagem Bennett não conseguia obter uma reflexão concreta do que fazer e, guiada pela incerteza, prosseguiu pelo rastro de pegadas de um salto demarcadas no chão, obstruído pela pouca visibilidade.
 

Os passos eram os rastros de Elizabeth, que também se perdeu no meio do caminho incerto que percorria. Bonnie permanecia cautelosa para se reagrupar à pelo menos uma das integrantes do grupo que se dispersou no ambiente. De respiração equilibrada, repensava no ato falho de realizar um feitiço. Certamente, não obtinha um controle mínimo sobre a magia que hospedava.







                   So you wanna play with magic? ✘
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MensagemAssunto: Re: Célula do Monstro Sex 6 Mar 2015 - 15:51

Mission: Ato 04

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Podia encontrar tudo a sua frente, mas naquele dia não estava tendo muita sorte para com Elizabeth. A mais velha encontrava-se um pouco mais a frente do que as outras e, resolverá voltar para tentar protegê-las de algo. Com seus sentidos apurados, nada poderia temer ou surpreendê-las de surpresa, estava contando com a ajuda de Eliza. Nem se quer um som era ouvido a não ser a falação das garotas que interagiam enquanto olhavam o livreto mágico e a coruja nem tão mais suspeita assim. Elizabeth tentou recuar para trás, mas não conseguia enxergar absolutamente nada. A neblina impedia-a de tentar continuar a seguir o caminho. Estava perdida e, nada que pudesse fazer para tentar sair daquela enrascada poderia fazer sentido. – CADÊ VOCÊS, HAYLEY! NATHALLIE! BONNIE! – Gritava enquanto corria para um lado e para o outro, mas não conseguia tomar controle do caminho que lhe trouxe até ali, o jeito era esperá-las virem até Elizabeth para ajudá-la.
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MensagemAssunto: Re: Célula do Monstro

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Célula do Monstro

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