Vampires Diaries RPG
Se perca em um mundo desconhecido, cheio de mistérios, magias e perigos. Uma pacata cidade que esconde em suas avenidas histórias inimagináveis. Onde a morte, que outrora era a única certeza da vida, se torna tão duvidosa quanto os pensamentos distintos que todos escondem em seu subconsciente. Seres sobrenaturais vagam naturalmente no meio dos humanos, em uma rotina nada normal. E segredos são descobertos a cada instante.
Venha conhecer a cidade mais surreal dos Estados Unidos, Mystic Falls.

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Harry Edward

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Harry Edward

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MensagemAssunto: Harry Edward Sab 6 Jul 2013 - 19:37

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Harry Edward

Encontro

Não era um dos meus melhores dias, andava sem rumo pela cidade de Mystic Falls. Estava frio como o inverno, as minhas mãos congelavam dentro dos bolsos das minhas calças de ganga, o gorro do casaco que vestia caia da minha cabeça com o vento, mas eu não dava importância. Não caia nem uma só lágrima pelo meu rosto, era pior, era como se estivesse a chorar por dentro. Lambia os lábios molhando-os e olhava para cima, as nuvens tapavam o sol impedindo o dia se iluminar, e era assim que me sentia, algo dentro de mim me impedia de conseguir meter um sorriso que me iluminava no rosto, e o pior... eu não sabia o que era, não tinha motivos para este sentimento. Eu sentia como se tudo estivesse a desmoronar e nem sabia porque, talvez fosse pelo fato de ter sido forte este tempo todo, fingido um sorriso falso, e agora estava na hora de soltar tudo o que tinha estado aqui dentro, o que eu tinha estado a esconder durante dias, semanas. Eu suspirava, neste momento eram por volta das 4 da manhã. A rua parecia deserta, todos dormiam, as luzes estavam todas apagadas, estava tudo coberto de escuridão, contando comigo. A minha cabeça poderia explodir com tantos pensamentos, e quando eu pensava que não havia mais nada para pensar eu avisto um senhor, aparentava ter uma certa idade. Imaginava o que alguém daquela idade faria fora de casa a esta hora, ele tinha uma expressão estranha em seu rosto, duvidosa? Ou talvez estivesse a procurar algo? Ele estava a alguns metros de mim, aproximava-se de mim com curtos e lentos passos. Ele usava uma roupa escura e longa em sua volta, talvez pudesse chamar de manto, não parecia ser como os outros anciãos desta cidade, ele aparentava ser sábio, já tinha seus cabelos brancos e o mesmo de sua barba com tamanho médio. Ele tinha uma voz baixa e roca quando me pedia um favor, ele parecia esconder a sua grande ansiedade e tentava não se exaltar mas eu no fundo sentia um pequeno desespero da parte dele. Ele procurava algo, uma pedra, ele já era idoso e com certeza não tinha tanta energia como eu para procurar algo, não tinha como eu recusar ajudá-lo, afinal apesar de tudo eu era uma pessoa que respeitava imenso os outros, gostando ou não deles, e principalmente idosos. Ele não me dava informações suficientes, a única coisa que sabia era sobre poder encontrar a pedra em um bosque, talvez na floresta mais próxima. Nós não estávamos muito longe, eu não tinha reparado o quanto eu me tinha afastado, talvez ele tivesse estado à procura e não conseguiu encontrar, então decidiu voltar à cidade procurar alguém para lhe ajudar, mas a esta hora as probabilidades de ele encontrar alguém eram das mais baixas, ele teve uma grande sorte em me encontrar, ainda mais eu não costumo sair a esta hora, talvez não tenha sido apenas coincidência, talvez tenha sido destinado a ajudá-lo. Destino? Não, eu não acreditava muito nisso, mas isso não importava, apesar de ele não me ter dado informações algumas sobre essa pedra, eu aceitava ajudá-lo e assim o fazia dirigindo-me à floresta que não estava muito longe. Eu pensava qual poderia ser o motivo de ele precisar tanto daquela pedra, passava as palavras dele na minha mente algumas vezes para tentar perceber.

-Não deveria ficar angustiado dessa forma, é muito novo para estar tão triste. O homem com imensas rugas e sua voz fraca me fazia engolir um seco com as palavras dele. Não era habitual alguém reparar assim sobre mim, talvez desta vez estivesse bem visível o fato de estar tão em baixo, deprimido. -Está com cara de quem acabou de descobrir o novo mundo, não? Sei que se sente fraco a comparar com as outras pessoas, fora do normal, com mais poder. Ele falava sem exagerar no detalhes, eu sabia exatamente sobre o que ele estava a falar mas talvez se fosse outra pessoa não saberiam, aquele homem tinha imenso cuidado com o que falava. -Eu posso lhe dar força, posso conseguir dar-lhe o poder que você necessita para proteger quem você ama. Sou um simples ancião que sabe mais do que você pensa, só preciso de algo, uma pedra. Me consiga ela e eu dou-lhe o que você mais deseja agora. Eu sei porque toda essa "depressão", se sente inútil, fraco. Ele dizia poder mudar isso, o fato de ele saber tanto sobre minha situação me arrepiava, parecia até que ele sabia mais que eu. -Como sei que posso confiar em você? eu falava com o meu tom duvidoso, a verdade é que ele falava demais mas não sabia se tudo aquilo era verdade, com todos estes dias e todas as recentes situações que me tinham acontecido, uma das coisas que tinha aprendido é que não se pode confiar em toda a gente, digo, não se pode confiar em quase ninguém. -Não sabes, mas sou a sua única escapação. Sou a sua única chance de poder aumentar seu poder, e você não vai ter mais nenhuma oportunidade destas. Ele falava com a maior razão, eu não sabia se podia confiar nele, e se não arriscasse nunca iria saber. -Como é a pedra? eu dizia aceitando a "troca" que ele me estava a propor e perguntando informações sobre a pedra. -Quando você a vir você vai saber que é ela a pedra, é diferente das outras. Procure-a na floresta, junta à raiz de uma árvore. Eu estava prestes a perguntar qual árvore poderia ser essa que ele falava sobre, mas antes de acabar a pergunta ele interrompia-me com simples palavras. -Você fala demais, me traga a pedra antes do sol nascer, tenho pressa. Ele virava-se e andava afastando-se de mim, impedindo-me de fazer mais perguntas. Como eu poderia encontrar a pedra com aquelas informações, que não eram quase nenhumas?

Floresta

Já estava na floresta, olhava em volta, e obviamente tinha milhares de árvores, iria me demorar "séculos" e encontrar a tal pedra. "Vai valer a pena" Eu suspirava perdendo-me no meu pensamento. Tinha de haver algo, alguma pista, alguma dica, alguma diferença em algumas das árvores, não podia ser tudo igual, sabia que não era assim, só me restava encontrar algo me que dirigisse à tal árvore onde eu encontraria a pedra junta à raiz. Eu andava com passos calmos para poder observar bem cada árvore, tentava-me manter calmo mas aquilo era estressante, era a minha chance de finalmente conseguir poder, não sabia como ele iria fazer isso, mas era a minha chance, não poderia desperdiça-la. Apenas observar as árvores e tentar encontrar algo diferente nalguma delas não me estava a adiantar nada, eu aproximava-me de uma e tentava cavar um pouco, cavava na beira de várias árvores mas não encontrava nada. Fechava a mão com força descarregando a minha irritação no meu punho. Eu levantava-me de perto de uma das árvores em que tinha cavado e continuava a andar, não sabia quanto tempo já tinha passado, mas já não estava tão escuro. No começo a única luz que tinha era do meu telemóvel, que eu usava para iluminar a floresta para conseguir procurar, mas agora já não era preciso, já faltava pouco para o sol nascer, já estava um pouco mais iluminado. Quando estava quase a entrar em desespero eu vejo algo, não era igual, era uma folha, não uma folha qualquer, era de uma árvore especial. Acho que os meus estudos finalmente iriam valer a pena em alguma coisa, eu conhecia aquilo melhor que ninguém. Cherry Blossom, o nome da árvore dona daquela folha, era linda, cor de rosa e clara, eu abaixava-me e pegava na folha, não conseguia impedir um pequeno sorriso no meu rosto, nunca tinha visto uma antes, era uma árvore chinesa, era impossível aquela folha estar ali, nunca tinha visto uma daquelas árvores antes, porque supostamente só se encontravam na China, mas o mais estranho era que a árvore não estava lá, apenas a pequena folha, apesar do tamanho minúsculo a beleza era enorme. Eu olhava para a frente e avistava uma árvore enorme, poderia acreditar que ela chegava a 10 metros de altura, possuía folhas discolores, ligeiramente espinhosas, eu aproximava-me e metia a minha mão direita no tronco da árvore e sorria. -É esta. As minhas palavras mostravam um grande alívio. Abaixava-me e com as minhas mãos já sujas com terra cavava mais uma vez e provavelmente pela última, conseguia sentir uma dor nos meus dedos, teria de fazer uma pausa, ao sentar-me do lado do buraco encostado à árvore vejo alguém de longe andando na minha direção, eu engolia um seco. A distância entre nós impedia-me de conseguir ver o rosto daquela pessoa, mas ao aproximar-se eu notava que era uma garota, mas não parecia uma qualquer, tinha cabelos longos claros, loiros e dourados como o sol, e os olhos azuis e profundos como o mar, ela era linda, eu perdia-me na beleza dela, sem qualquer palavra ela a poucos metros de mim, parava e simplesmente sorria. -Vejo que procuras pelo mesmo que eu. Ela dizia com sua voz fina e doce, ela tinha reparado no buraco que eu tinha cavado. Ao dizer aquelas palavras ela tirava do seu bolso das calças uma faca bem afiada e lançava na minha direção perfurando o meu peito, aquele ato foi tão repentino e inesperado que eu não tive tempo de me defender, eu quase não conseguia respirar, talvez estivesse demasiado perdido na beleza dela que me fez não estar preparado para aquilo. Sentia que estava a morrer, a ultima coisa que conseguia fazer era tirar a faca de dentro de mim, não conseguiria descrever a dor que sentia, mas reparava que tinha algum papel colado na faca, era a morada de uma rua, algum local. Eu sabia onde aquilo era, mas porque haveria de estar o nome de alguma rua num papel, colado naquela faca? Quando eu achava que isto seria o fim, o fim de tudo, da minha vida.. 

Entrega

Eu acordava, na minha cama, no meu quarto. Era tudo um sonho. Não, talvez não fosse, eu vestia-me e corria para aquele mesmo lugar na floresta, onde eu encontrei aquela menina, e lá estava a árvore em que eu cavei no meu sonho, Azinheira.. Eu cavava durante alguns minutos, talvez no fundo tivesse um pequeno medo que aquilo tivesse sido mesmo só um simples e estúpido sonho, quando eu pensava que nada estaria naquele buraco, eu sentia algo, algo duro, não era apenas terra, eu cavava à volta e la estava. Parecia um diamante, mas não tinha brilho, e apesar disso continuava a ser lindo, eu pegava na pedra com o maior cuidado e corria até aquele local, aquele local que estava escrito no papel do meu sonho, ou seria um pesadelo? Chegava lá, com a respiração mais intensa que nunca, estava cansado. Várias pessoas passavam por aquela rua, talvez estivesse errado, ou tivesse lido mal? Não, estava lá ele, aquele homem, com o mesmo manto preto, rosto totalmente igual, eu me aproximava dele e olhava para ele com um olhar profundo. -O que foi garoto? Ele dizia com sua voz roca e velha. -Não sabes quem sou, mas eu sei quem és e tenho o que precisas. Eu dizia com um sorriso de felicidade por tê-lo encontrado e mostrava a pedra que estava na minha mão. Não sabia como aquele sonho tinha vindo parar à minha mente, mas sabia que não era coincidência e teria algum motivo para eu ter tido aquele sonho, conseguia ver a expressão de surpreendido no rosto dele. -Sei que me podes fortalecer, eu preciso, então por favor, senhor. Me dê poder, em troca desta pedra que sei que é tudo o que o senhor procura neste momento. Eu dizia pedindo-o a coisa que eu mais precisava em troca de algo que ele também precisava. Ele olhava em volta certificando-se que ninguém olhava e então passava a sua mão pelo meu rosto fazendo-me fechar os olhos, eu não sabia o que ele estava a fazer mas ouvia palavras estranhas, não percebia, seria latino? Pelo menos parecia, a minha respiração ainda estava intensa pelo fato de estar bastante cansado, mas do nada parava. Eu ficava normal como se tivesse a maior energia do mundo, sentia-me mais forte, abria os olhos e olhava para as minhas mãos fechando-as, o que era isto? O homem tinha a pedra e estava virado, ele andava pelo seu caminho afastando-se de mim. Ele já tinha feito sua parte, e eu... Bem, sentia-me mais forte, como combinado, tinha uma energia incrível e com certeza tinha enfortecido. Voltava a sorrir de orelha a orelha. "Finalmente..."
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