Vampires Diaries RPG
Se perca em um mundo desconhecido, cheio de mistérios, magias e perigos. Uma pacata cidade que esconde em suas avenidas histórias inimagináveis. Onde a morte, que outrora era a única certeza da vida, se torna tão duvidosa quanto os pensamentos distintos que todos escondem em seu subconsciente. Seres sobrenaturais vagam naturalmente no meio dos humanos, em uma rotina nada normal. E segredos são descobertos a cada instante.
Venha conhecer a cidade mais surreal dos Estados Unidos, Mystic Falls.

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Caroline Forbes

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Caroline Forbes

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MensagemAssunto: Caroline Forbes Seg 15 Jul 2013 - 8:05

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Caroline Forbes

Encontro


Estava um dia nublado na cidade onde vivia, Mystic Falls. Mesmo com o tempo agreste, decido ir ao Grill. Também não tinha nada melhor para fazer. Dirijo-me ao guarda-roupa da casa onde estava a habitar, e tiro de lá uma t-shirt simples, e umas calças de ganga. Dirijo-me à casa-de-banho e retiro de uma das gavetas o meu estojo de maquilhagem e faço apenas um risco preto em ambos os olhos. Agarro na mala, saindo de casa sem que ninguém desse conta, pois, ela encontrava-se vazia... por incrível que pudesse parecer. Dirijo-me ao meu carro que comando abrir com as minhas chaves. Abro a porta e sento-me no lugar do condutor, colocando a minha mala no banco ao lado. *Deveria ter trazido um casaco!* Penso para mim mesma, mas não me apetecia ir buscar um. Afinal, eu também já não sofria com as mudanças de temperatura, e vira na meteorologia que hoje ia aquecer. Respiro fundo, coloco o cinto e a chave na ignição, ligando o carro. Meto a 1ª e conduzo calmamente até ao Grill.

                                    ***

Chego finalmente ao Grill. Estaciono o carro, desligo-o, agarro na mala e saio para o exterior. Ainda estava um friozinho mas não tanto quando saíra de casa. Entro no espaço e vejo uma estranha figura ao balcão do Grill. Dirijo-me até lá, com o meu sorriso habitual no rosto, e sento-me também ao balcão mas afastada dele.

- Um sumo de laranja natural. - Peço com a minha voz melodiosa. Sinto aquele estranho a observar-me e sinto um arrepio na espinha. Sentia que aquele ser era de algum modo perigoso e que tentava encontrar algo. Olho-o desconfiadamente e observo-o a aproximar-se de mim.
- Bom dia, menina. - Ele cumprimenta-me, estendendo a sua mão para mim. Olho-a desconfiadamente mas saúdo-o com um pequeno sorriso tímido e acabo por lhe apertar a mão.
- Bom dia, caro senhor. - Replico de forma educada. O empregado chega com o meu sumo.
- A menina era capaz de me fazer um favor? - Ele pergunta-me avaliando-me a expressão corporal. Ele acaba por me olhar nos olhos e com um sorriso peculiar no rosto.
- Se eu for capaz de o ajudar. - Respondo meio a medo, não desviando o olhar dos seus olhos. Ele pega-me na mão e puxa-me para um canto escondido, olhando para todos os lados com receio de ser ouvido.
- Quero que encontres uma pedra parecida a um diamante mas é opaca, pálida... A pedra está enterrada a uns dois metros de profundidade junto à raiz de uma azinheira. - Ele sussurra. - Como prémio eu vou tornar-te mais forte. - Ele promete com um ar sério e completamente fora de brincadeiras. Respiro fundo. Era uma oportunidade única de me começar a proteger a mim e não depender tanto da protecção de Niklaus. Olho para ele que tem a mão estendida e aperto-a olhando com convicção.
- Entregarei a sua preciosa pedra, confie em mim. Mais logo encontro-o na praça central. - Sussurro também e saio do Grill, apontando para o empregado que pagaria quando chegasse.


A procura
Conduzi o meu carro para perto da floresta e estaciono. Tinha passado por casa para ir buscar uma pá que me iria fazer falta. O problema era: como é que eu sabia qual daquelas árvores era uma azinheira? *Ok, Caroline! Tu sempre te desenrascaste, não vais falhar agora!* Digo para mim mesma escavando ao pé de umas poucas de árvores mas sem qualquer resultados. Passo o braço pela minha testa numa tentativa de afastar as gotas que começavam a cair. Foi então que vi, uma árvore de aspecto diferente e mais afastada. *Deve ser aquela!* Penso para mim e um sorriso nasce no meu rosto. Dirijo-me para ela confiante que encontraria a minúscula pedra agora e começo a cava junto á raiz e sinto a pá bater em algo. Atiro a pá para o lado e começo a esgravatar rapidamente com as unhas e sinto o pequeno objecto. *Só pode ser isto!* Exclamo com um sorriso no rosto.Coloco a pequena pedra num saquinho que o ancião me dera antes de sair do Grill, colocando-o bem guardado na minha mala. Agarro na pá, colocando-a na bagageira. Entro no carro e conduzo até à praça central.

A entrega

Estou na praça central e vejo logo o velho ancião á minha espera. Dirijo-me a ele calmamente e estendo-lhe o saquinho e a pedra que encontrara.
- Muito bem, amor! - Ele diz com um sorriso. - Agora a tua recompensa. - Ele diz sorrindo-me. - Vais-te deitar na relva e fechar os olhos. - Ele ordena-lhe. - Confia em mim. - Ele pede quando eu me deito na relva fresca e fecho os olhos preenchendo-me pelo sentimento de confiança. Sinto que ele coloca as suas mão sob o meu peito o que me fez abrir um olhos desconfiada. - Nada de espreitar! - Ele diz num tom completamente assustador. Fecho olho e oiço-o a dizer umas palavras em latim... ou pensava que se tratava de latim. Respiro normalmente e mantenho os olhos fechados durante vários minutos. Sinto-o a pegar-me nas mãos e a levantar-me.
- Está feito, minha filha. - Ele garante e de facto eu sentia-me mais forte e confiante. Vejo-o que ele tem um ar cansado mas só me ficaria bem agradecer-lhe mesmo tendo sido eu a fazer-lhe um favor.
- Obrigada. Estava a precisar disto. - Acabo por confessar olhando para as minhas mãos, e quando volto a olhar para o sítio onde ele se encontrava... já lá não estava, era como se tivesse sido fruto da minha fértil imaginação! Mas, na verdade, eu sabia que tudo aquilo era real e tinha mesmo acontecido.



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