Vampires Diaries RPG
Se perca em um mundo desconhecido, cheio de mistérios, magias e perigos. Uma pacata cidade que esconde em suas avenidas histórias inimagináveis. Onde a morte, que outrora era a única certeza da vida, se torna tão duvidosa quanto os pensamentos distintos que todos escondem em seu subconsciente. Seres sobrenaturais vagam naturalmente no meio dos humanos, em uma rotina nada normal. E segredos são descobertos a cada instante.
Venha conhecer a cidade mais surreal dos Estados Unidos, Mystic Falls.

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Thea Lane

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Thea Lane

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MensagemAssunto: Thea Lane Qua 17 Jul 2013 - 9:59

Missões
Thea Lane

Encontro

Estava de volta à minha vida, à minha rotina, à minha vida nesta cidade. Ainda tinha a onda do trauma a pairar na minha cabeça, mas não podia deixar que isso influenciasse a minha vida. Não iria voltar aquele buraco escuro e fundo em que caí quando os meus faleceram. *Esquece Lane.* Penso para comigo, olhando para a porta estragada do meu apartamento. *Preciso de arranjar isto.* Penso para mim mesma e olhando para o pijama que tinha vestido. *Tenho e me ir arranjar.* Penso, dirigindo-me ao meu quarto escolhendo um vestido e calçando os meus ténis preferidos. Penteo-me e saio de casa sem maquilhagem e indo a pé para não ter de me preocupar com o combustível. Estava em contenção e tinha de poupar.

                                    ***

Ando pelas ruas de Mystic Falls e dirijo-me a uma loja de mobiliário. Procuro uma porta mais idêntica possível à minha antiga porta. Ando por aqueles corredores e choco com uma pessoa.
- Oh! Desculpe. - Digo olhando para a pessoa que já tinha uma certa idade. - Estava distraída. - Tentei desculpar-me, e ele faz um gesto de como estava tudo bem. Sorri e continuei a andar por aqueles corredores mas sentia-me a ser observada, como se tivesse olhos nas costas. Estava a sentir-me tão desconfortável que decidi sair da loja mas fui agarrada e puxada para um canto mais reservado.
- Serias capaz de me fazer um favor, Thea? - Ele pergunta dizendo o meu nome. *Bruxo* Associo-o aos meus pensamentos, associo que tal como a minha melhor amiga - Aimée - ele conseguira saber coisas do meu passado. O meu instinto de preservação começava a actuar e tentava soltar-me.
- Minha linda, ainda nem te falei na recompensa que poderás receber se me fizeres este favorzinho. - Ele diz mostrando uma linha de dentes branquíssima. Olhei-o desconfiada. Tudo aquilo era muito estranho e eu estava a começar a ficar saturada destas questões... começavam a ser demais.
- Que recompensa? Dinheiro? Uma porta nova? - Pergunto mandando indirectas sobre o ter encontrado naquele espaço.
- Vou fortalecer-te para que te possas defender daqueles que encontrares no caminho e que te queiram fazer mal. - Ele faz uma pausa e eu paro de o lutar. - E sei que tu tens tido problemas nessa área. - Ele conclui largando-me o braço e conseguindo ganhar a minha atenção. - A única coisa que tens de fazer é ir até à floresta e procurar uma pedra parecida com um diamante mas é pálida e opaca. Podes encontrá-la na floresta...
- Espere. - Disse pondo a mão para ele parar de falar, não querendo acreditar que teria de lá voltar. - Nem pense que eu vou novamente àquela floresta sozinha! - Digo tentando ir-me embora mas ele impede-me.
- Ou qualquer outro sítio em que haja uma azinheira. - Ele acrescenta e eu lembro-me da praça central, onde eu e O Harry tínhamos ido após o ataque da biblioteca. Aquela árvore. por incrível que pudesse parecer, era uma azinheira.
- Tudo bem! - Digo estendendo-lhe a mão para formalizar aquela oferta. - Encontra-mo-nos no meu apartamento daqui a 30 minutos.  


A procura

Dirigi-me ao Parque Central olhando para todos os lados reparando que o Parque que estava vazio. Com a pressa toda tropecei e cai rasgando as minhas calças e esfolando o joelho. *Lindo! Mas é que não me faltava mesmo mais nada!* Penso para mim mesma levatando-me  e sentindo umas pontadas de dores. Chego perto da árvore com a pequena pá que tinha encontrado no meu apartamento e começo a cavar. Quando penso chegar à altura indicada, largo a pá e começo a esgravatar na terra, sentido a terra entranhar-se nas minhas unhas. Escavo mais profundamente e firo-me naquela pedra minúscula, mas ao mesmo já a tinha encontrado. Sorri, tinha os olhos a brilhar por ter sido sucedida na minha missão. Fecho a mão sobre a pedra e coloco-a num saco de jóias que tinha. Coloco-a na mala, coloco a terra no local que tinha escavado para não levantar suspeitas. Olho para todos os lados e coloco a pá no carro que tinha trazido e dirijo-me para o meu apartamento.

A entrega

Desligo o carro e sai, entrando em casa. O ancião já lá se encontrava à minha espera! *Pontualidade britânica.* Penso para mim.
- Entre. - Convido-o e sento-me no sofá, reparando que a cobra que matara. Mas não ia fazer uma cena porque quem a levara acabara por me fazer um favor. Tiro o saquinho da minha mala e estendo-lhe.
- Era isto que queria? - Pergunto esperando uma resposta afirmativa da sua parte. Ele examina a pedra e assente com a cabeça.
- Era exactamente isto que queria! - Ele exclama olhando-me com um sorriso. - Agora a tua recompensa. - Ele diz sorrindo mas sabia que tinha mais algumas coisas a acrescentar. - Eu sei que é da tua natureza seres desconfiada mas se queres que eu te fortaleça, tens de confiar em mim. - Ele afirma olhando-me nos olhos e parecia-me estar a ser sincero. - Se não confiares as porpoções do feitiço podem ter efeitos secundários e, em vez de te fortalecer, irei tornar-te mais fraca. - Ele explica atenciosamente. Aceno afirmativamente com a cabeça, em sinal de compreensão. Fechos os olhos e oiço as palavras da minha mãe: "Aprende a confiar". Abro os olhos e sorrio.
- Eu confio em si! - Digo com convicção, certa daquilo que acabara de dizer. Ele pega-me nas duas mãos e começa a invocar um feitiço, no que reconheci ser latim. A pronuncia dele era demasiado perfeita e deixo-me estar de olhos fechados, deixando aquelas palavras percorrem o meu corpo. Ele fica assim durante uns bons minutos até que o oiço calar-se.
- Está feito. - Ele diz, olhando-me nos olhos. - Apenas não confies em pessoas sem teres um bom motivo. Um dia poderá correr-te mal. - Ele afirma levantando-se. - Foi um prazer conhecer-te, Thea Lane! - Ele diz sorrindo e sai porta fora. Eu sentia-me mais forte e protegida e continuaria a fazer aquelas missões se significasse ficar mais forte para me conseguir proteger.



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