Vampires Diaries RPG
Se perca em um mundo desconhecido, cheio de mistérios, magias e perigos. Uma pacata cidade que esconde em suas avenidas histórias inimagináveis. Onde a morte, que outrora era a única certeza da vida, se torna tão duvidosa quanto os pensamentos distintos que todos escondem em seu subconsciente. Seres sobrenaturais vagam naturalmente no meio dos humanos, em uma rotina nada normal. E segredos são descobertos a cada instante.
Venha conhecer a cidade mais surreal dos Estados Unidos, Mystic Falls.

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Harry Edward

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Harry Edward

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MensagemAssunto: Harry Edward Seg 29 Jul 2013 - 19:37

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Harry Edward

Encontro

Eu acordava no mesmo quarto de sempre, cama de tamanho médio e confortável, aquele local frio de quatro paredes, apesar dos imensos aquecedores em toda a parte da casa contando com o meu quarto, a casa continava fria, talvez tivesse adormecido com a janela aberta visto que o barulho forte do vento era o motivo de eu acordar. -Ugh. O barulho de insatisfação saia da minha boca com a minha voz meio que rôca ao olhar para o pequeno relógio que se situava em cima da pequena mesa que estava encostada á minha cama. Eram apenas 06:00 da manhã e eu já estava acordado, não era habitual apesar de e não ser o tipo de pessoa que costumava acordar muito tarde. Eu bucejava enquanto esfregava os meus olhos que estavam com um leve tom vermelho mostrando o meu sono e cansaço, visto que tinha acabado de acordar. O frigorifico estava perto de estar vazio, eu dava um intenso suspiro. Viver sozinho.. Sim, tinha a minhaz paz, silencio e liberdade de fazer o que queria, mas tinha os seus lados maus. Estive tão ocupado ultimamente, como iria ter tempo de fazer compras? Óptimo seria ter alguém para me ajudar com as coisas de casa, parece que tenho de fazer tudo sozinho. Eu revirava os olhos, a minha paciência estava bastante limitada hoje, algo que não acontecia regularmente. Mas não tinha nada melhor que um café bem quente para melhorar a manhã, conseguia sentir a bebida a descer pela minha garganta queimando-a com a alta temperatura. Já estava vestido e apenas calçava-me encaixando os meus pés perfeitamente nas minhas vans vermelhas escuras como o sangue, velhas e desgastadas que combinavam a cor perfeitamente com a minha sweater quente e confortável que eu estava a usar. Telemóvel, chave e carteira, as coisas básicas que um rapaz leva sempre consigo, estavam no meu bolso. O tempo não estava muito agradável por isso eu decidia levar o meu carro, básico e prático, um Honda Civic, que apesar disso tinha demorado imenso tempo para tê-lo. Estava a caminho do mercado, ainda era longe pois o mercado mais perto da minha casa abria apenas daqui a uma hora, aborrecido. Tinha de apanhar uma auto-estrada, porque bem, eu vivia em um local calmo e bonito como eu sempre quis, a parte má disso era que a minha casa ficava um pouco longe de tudo o resto, mas acho que valia a pena. Parava no meio da estrada quando o sinal aparentava estar vermelho, eu olhava para o lado ao abrir um pouco a janela do carro e via um pequeno menino no carro ao lado do meu, ele tinha dois carros brinquedos na mão, um carro vermelho e um caminhão, ele chocava os dois pequenos carros juntos fingindo um acidente, eu sorria para ele, apesar da mente maligna dele continuava a ser adorável pelo fato de ele ter apenas 5 anos ou algo perto disso, eu tinha saudades desses tempos, em que eu era inocente e não tinha qualquer tipo de responsabilidades. O sinal ficava verde e eu continuava a dirigir, via a sinalização de 180, marcando o kilómetro da auto-estrada. Um papel entrava pela janela e batia na minha cara, eu pegava no papel com uma das mãos deixando a outra no volante e via que era um desenho, eram arvore com troncos bastante longos, não sei, talvez uma criança tivesse deixado voar o seu desenho pelo carro, eu deitava pela janela fora de novo e apenas me focava na estrada, só queria comprar toda a comida rápido e voltar para casa, a chuva e o frio me incomodavam e o melhor era ficar no meu doce lar. Um carro de policial passava por mim, eu ouvia ele a dizer algum palavrão enquanto olhava para baixo, provavelmente tinha deixado cair algo quente em suas pernas, talvez café, eu ouvia um grande barulho, eram troncos enormes a cair no chão, era um caminhão que estava a transportar troncos de árvores, as correntes aviam rompido e os imensos troncos estavam agora a cair pela estrada fora, eu desvio para o lado mas o policial não estava a prestar atenção à estrada visto que estava a tentar limpar o molhado nas suas calças, e essa falta de atenção faz com que ele não tenha tempo para desviar do tronco que ia em direção dele e então o carro dele vai contra o tronco que atravessa o carro por dentro, partindo os vidros e mostrando uma grande quantidade de sangue daquele inocente homem que havia morrido ali de uma forma trágica. Tinha imensos carros aqui, afinal, era uma auto-estrada e isto era apenas o começo deste acidente, muitas mortes ainda estavam por ocorrer. Eu avistava um homem dirigindo uma mota em uma extrema alta velocidade que também tentava desviar de uma maneira bruta de um dos muitos troncos que rolavam pela estrada, mas a estrada estava bastante humida por causa da chuva e isso fazia a mota escorregar e deslizar fazendo-a cair e.. mais uma morte, eu desviava o olhar, não queria ver aquilo, esta estrada estava prestes a se tornar um banho de sangue e eu só queria sair dali sabendo que as chances de eu não sobreviver aquilo eram grandes. Um enorme tronco vinha na minha direção, acho que era agora, não tinha maneira de escapar daquilo, estava encurralado de carros em volta de mim impedindo de eu poder me mover muito. Maldita a hora que eu sai da minha segura cama. Não, não era o fim, não agora, um carro vermelho metia-se na minha frente com uma velocidade alta, era alguém como eu, tentando apenas sair dali, mas não tinha assim tanta sorte, o carro descontrolava-se e chocava no caminhão enquanto um tronco caia em cima do carro esmagando-o completamente, poderia ter sido eu.. Quando isso acontecia eu relembrava-me da criança com os dois brinquedos de carros, um caminhão e um carro vermelho, seria coincidência? E o desenho que entro no meu carro com troncos? O que era isto? Eu estava completamente em choque, vários carros descontrolavam-se e iam uns contra os outros e isso formava uma enorme explosão, começava de um lado da estrada e dirigia-se ao outro, eu saia do carro, sim eu estava completamente maluco, quais eram as chances de eu sobreviver? Quase nenhumas, mas o meu carro iria explodir em segundos quando au explosão chegasse a mim, ainda não tinha chegado a minha hora, eu não poderia morrer já. Com aquilo tudo tinhamos chegado ao fim da auto-estrada e chegávamos a uma ponte, eu engolia um seco e sem pensar duas vezes saltava dali para o mar, a unica coisa que conseguia ouvir era um enorme estrondo da explosão, eu virava a cabeça antes de cair na água e conseguia ver a explosão, quantas pessoas haviam morrido ali? Quantas crianças? Talvez até bébes ou grávidas prestes a dar vida a uma nova pessoa neste mundo? Quantos seres inocentes.. E tudo isso tinha acabado, simples assim. Eu caia bem fundo na água, alguns metros, mas felizmente a ponte não era assim tão grande para me impedir de sobreviver com a queda. Antes de eu voltar para a superficie da água, um carro capotava e caia dentro de água, eu nadava até o carro que afundava aos poucos e tentava abrir a porta de trás com todas as minhas forças mas a pressão da água que mantia as portas fechadas era imensa, eu estava a ficar sem ar e não aguentava mais, nadava para a superficie da água para respirar um pouco e recuperar o ar antes de voltar para dentro de água. Algo caia no mar, uma especia de ferro, era duro, talvez fosse alguma peça de um carro, eu teria de aproveitar, eu pegava na estranha peça e voltava a nadar para dentro de água, o carro estava a afundar, eu não tinha muito tempo, também não conseguia abrir a porta por isso eu usava o ferro para raspar no vidro riscando-o e rachando-o aos poucos fazendo-o ficar mais fraco e frágil para conseguir parti-lo, tentava ser o mais rápido possivel e então partia o vidro aos poucos fazendo espaço para a pequena garota sair do carro, mas ela estava com o cinto, e isso não era o unico problema, a família dela estava naquele carro, ela não admitiria deixar salvarem a ela e deixar a família morrer, mas eu não tinha muito mais tempo, faltava pouco para eu ficar sem ar de novo, eu tentava puxa-la para fora do carro mas não adianta muito, era difícil salvar alguém que não conseguia ser salvado, muito menos por baixo de água. Eu voltava à superficie de novo, não aguentava mais, eu tentei. Eu nadava até a terra onde tinha relva/grama, eu estava em choque, aquilo era demasiado para mim, logo eu que era das pessoas mais sensiveis, ver tanta gente morrer num momento só, da maneira mais estupida. Estava todo molhado e o meu corpo congelado arrepiava-se com o frio, eu avistava uma pequena menina que aparentava ter apenas 4/5 anos, o rosto dela se prênchia de lágrimas silênciosas que vinham dos seus olhos profundos e tristes todos vermelhos, o olhar dela era inesplicável e deixava a sua apavoração bem visível. Ela tinha algumas rosas na mão, estavam completamente mortas, podres e murchas.

A Procura
Eu aproximava-me da criança e agachava-me na frente dela colocando ambas minhas mãos nos ombros dela fazendo o meu sorriso tranquilizante e simpático no meu rosto. Ela estava a tremer, podia sentir, e até daria para reparar de longe, aquilo partia-me o coração. 
-Onde está a tua familía? Eu secava as lágrimas dela com o meu toque delicado com apenas um dedo. Talvez aquela tivesse sido a pior coisa que eu poderia ter dito, talvez a minha pergunta só fosse piorar a situação, se a familía dela foi uma das imensas vitimas do acidente. -Eu estava apenas a procurar algumas plantas, não fiz nada de mal... Não sei, eu não sei. Eu perdi os meus irmãos, a minha casa, e tudo isto aconteceu. Eu não fiz nada, não sei o que aconteceu, não sei, eu não sei. Quero a minha casa de volta, eu quero voltar. Sua voz era fina e distorcida, ela estava assustada e não tinha maneira de esconder isso, as imensas pausas no meio das frases e a forma que ela gaguejava e soluçava deixava bem visível o medo dela. Bem, quem não ficaria assustado numa situação destas? -Não te preocupes fofinha, vou-te levar a casa. Meu nome é Harry. A minha bondade apoderava-se de mim mais uma vez, só para não variar, a verdade é que eu estava a lidar com uma criança inocente e perdida, talvez eu tivesse completamente enganado e cego sobre a inocência dela, mas isso fazia parte de mim, não conseguir ver maldade nas pessoas, principalmente nas crianças. Ela não dizia nada, apenas apontava para o meio das árvores, aquilo provavelmente levaria-nos para a floresta. -É para ali onde queres ir? A tua casa? Eu perguntava mantendo o meu sorriso gentil no rosto e olhava para a cara infantil dela que ainda estava um pouco molhada por causa das lágrimas de anteriormente. Ela respondia-me abanando a cabeça positivamente de cima para baixo, pelos vistos não era o tipo de criança que falava muito, ela parecia um pouco estranha, mas eu só via fofura nela, nela e em todas as outras crianças. Nós andavamos calmamente entrando na floresta e eu ia falando coisas básicas que sempre se fala com crianças, só para não deixar aquele silencio desneçessário. Do nada eu tropeçava em um pequeno ramo que estava no chão e caia em cima de algo duro, parecia ser de vidro. Tinha o número 180, o número que eu vi antes do acidente, seria coincidência? Eu com a minha mão tirava toda a terra que estava por cima daquilo e via que era um túmulo bastante velho de alguém nascido em 1800, eu estava em algum tipo de cemitério antigo? Não sei, mas eu estava tão apavorado que nem pensava nisso, apenas me levantava e olhava para a criança, a feição dela tinha mudado completamente, ou talvez eu apenas não tinha reparado bem na cara dela, aquele olhar macabro e assustador que eu notava ao olhar profundamente nos olhos obscuros dela que tinham um tom vermelho sangue. Talvez fosse um bocado precepitado mas eu apenas queria correr e fugir, mas em vez disso eu apenas recuava dando alguns passos para trás. -Não tenhas medo, eu só quero ajuda, não fujas. A voz dela apesar de ser infantil era assustadora, e tudo piorava quando ela fazia um sorriso, isto fazia-me lembrar das crianças dos filmes de terror com uma faca na mão que dizem que querem brincar. Eu dava um intenso suspiro, seria isto só da minha cabeça? Ou estava mesmo a acontecer? A menina aproximava-se de mim ficando de frente do túmulo e apenas encarava-o. -Elizabeth Casimir.. sabe quantas pessoas ela assassinou antes de morrer? Ok, aquela miniatura de pessoa foi definitivamente feita para apavorar as pessoas, como alguém daquela idade poderia falar daquela forma? Eu ouvia uma voz grossa masculina de fundo, interrompendo a menina de dizer mais alguma coisa. Era um homem adulto não muito velho, talvez 30 anos? Ele chamava por ela chamando-lhe pelo nome de Mary. Acho que não era coincidência ela ter o mesmo nome que a antiga rainha de Inglaterra e Irlanda que era tratada por "Bloody Mary". -Desculpe-me o incômodo, agradeço por ter trazido Mary de volta para casa.. Ha, estou a ver que acabaram por passar por Elizabeth, é uma descendente nossa, tem uma longa história por trás da morte dela. Prazer, Robert. Ele parecia simpático e apresentava-se após comentar sobre a senhora do túmulo que provavelmente era tão assustadora como a pequena garota que diz que ela assassinou bastanta gente, isto era de loucos. -Oh não se preocupe não foi incômodo nenhum. O prazer é todo meu, Harry. Eu apresentava-me só para não ser mal educado, porque na verdade eu só queria era sair dali. O homem tirava uma das rosas da menina de uma forma calma e erguia o braço dando-me a rosa. -A nossa família não é propriamente normal, temos certas coisas humm.. Que não dá para explicar, como estas rosas. Você deve inala-la, vai lhe fortalecer. Considere como recompensa por trazer Mary de volta, ouvi sobre o acidente, poderia ter sido perigoso para ela. O homem dizia com suas voz rôca e grossa, seriam eles uma família de bruxos? Ou alguma coisa parecida sobrenatural? Eu pegava na rosa de uma forma suspeita e apenas fazia o que ele dizia sentindo o grande e desagradável aroma nauseante da rosa e sim, ele tinha razão, era como magia, realmente era inesplicável a forma que eu me estava a sentir. Eu agradecia da forma mais educada e apenas saia dali o mais rápido possivel, apesar da simpatia do homem, tudo aquilo continuava assustador, e aquele acidente ainda me deixava em estado de choque.
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