Vampires Diaries RPG
Se perca em um mundo desconhecido, cheio de mistérios, magias e perigos. Uma pacata cidade que esconde em suas avenidas histórias inimagináveis. Onde a morte, que outrora era a única certeza da vida, se torna tão duvidosa quanto os pensamentos distintos que todos escondem em seu subconsciente. Seres sobrenaturais vagam naturalmente no meio dos humanos, em uma rotina nada normal. E segredos são descobertos a cada instante.
Venha conhecer a cidade mais surreal dos Estados Unidos, Mystic Falls.

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A Lápide Perdida

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Vampiros
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Caroline Forbes

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MensagemAssunto: A Lápide Perdida Ter 13 Ago 2013 - 21:49

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Caroline Forbes

Encontro

De volta da escola para minha casa, choquei com uma senhora de um aspecto sombrio e completamente sinistro. Nunca a tinha vista em Mystic Falls, nem nunca tinha visto na minha vida.
- Desculpe. - Balbuciei quando choquei com ela. Mas ela nem se tinha movido e apenas me mirava com aqueles olhos negros como o breu com leves respignados de dourado. Parecia que estava noutro lugar, que pertencia a outro lugar... era completamente difícil de explicar! Ela estava petrificada e olhava-me muito seriamente nos olhos como se eu lhe devesse alguma coisa. Ergui uma sobrancelha começando a desconfiar daquela atitude.
- Deseja alguma coisa? - Perguntei-lhe e ela finalmente pareceu acordar para o mundo dos vivos mas nem mesmo assim deixava de ter uma atitude distante.
- Sim, Caroline! Eu preciso que me tragas uma coisa importante. - Estava cada vez desconfiada daquela mulher e do que ela pretendia de mim mas não poderia negar-lhe nada... ela parecia poderosa e perigosa. Negar-lhe algo seria um erro tremendo. - Preciso que me tragas a lápide do Silas. - Ela continua olhando-me fixamente nos olhos. - Ela encontra-se na Nova Escócia, no Canadá. Tens de encontrar a caverna de Silas e procurá-la lá dentro. Ela tem um aspecto desgastado e pode conter algumas falhas na pedra. - Ela continua olhando para mim de uma forma indecifrável.
- Mas porque é que quer a lápide? - Pergunto deixando-me levar pela curiosidade e a desconfiança. Ela apenas abanou a cabeça em sinal de negação. - Porquê eu? - Pergunto-lhe começando a levar-me pela indignação e a irritação. Quem julgava aquela mulherzinha que era? O centro do universo. Ela apenas me olha com um olhar expressivo para parar com o interrogatório e confiar nela.
- Sem perguntas! Vais ter de acreditar apenas que... isto é para um bem maior! Que estarás a ajudar aqueles que mais amas: Elena, Bonnie, até mesmo aquele híbrido original que não merece protecção! - Ela diz com uma certa repugnância dele. Aquela tom subiu-me à cabeça mas não poderia condená-la... há uns bons meses atrás era eu a pensar o mesmo, a pensar exactamente da mesma forma! Mas agora tudo mudara e eu estava perdidamente apaixonada por Niklaus e não aceitava que alguém lhe pudesse desejar tanto mal diante de mim... era completamente inconcebível.
- Tudo bem, eu vou... encontra-mo-nos no bar em Richmond quando voltar. - Digo tentando controlar o meu tom onde se denotava perfeitamente que estava chateada. A mulher acena afirmativamente com a cabeça afastando-se e tapando-se o mais possível com a capa negra.

A procura

Estava atarefada... tinha de sair da cidade sem que ninguém se apercebesse! Absolutamente ninguém. Estava super nervosa quando deveria estar super calma. O Klaus iria desconfiar da minha mudança de comportamento e quem saberia o que o híbrido original iria pensar? Exactamente! Ninguém saberia. Por isso peguei o telemóvel que estava na minha mala entre um milhão de coisas. Agarrei-o depois de me fartar de procurar e escrevo a seguinte mensagem de texto: "Amor! Tive que fazer umas coisas... Quando voltar, falamos. Amo-te muito <3 Beijão enorme." Respiro fundo sabendo que haveriam muitas perguntas depois dele ele ver a mensagem. Por isso, desliguei o telemóvel e atirei-o novamente para dentro da mala dirigindo-me para a gruta com medo do que me aguardava lá. Demorei a encontrar a gruta, tinha compelido um pescador a levar-me até aquela ilha. Tinha passado por diversos obstáculos para encontrar a localização certa. Deixei-me cair e, ali estava eu.À procura da lápide do tímido Silas para um bem maior! Já tinha as minhas calças rasgadas no joelho e tinha um corte na cara que entretanto curara. Avancei pela gruta e vejo uma das pessoas que mais amara e que me tinha deixado recentemente.
- Pai? - A palavra ficava ressequida na garganta e lágrimas começavam a brotar-me nos olhos. Sem pensar, corri para ele e abracei-o.
- Está tudo bem, Caroline. - Ele diz abraçando-a de volta e fazendo-lhe uma festa no cabelo. De repente, ele começa a tentar sufocar-me e percebo que tudo não passa de uma partida! Empurro-o para longe a custo com lágrimas a percorrerem o meu rosto.
- Desculpa, pai! Mas eu tenho de fazer isto e não és tu que me vais impedir! -  Eu grito as palavras entre soluços utilizando a sua velocidade vampirica para se embrenhar, ainda mais nas profundezas daquela gruta misteriosa e repleta de magia. Foi então que tropecei nalguma coisa e caio magoando-se novamente. - Fogo pá! - Resmungo para mim mesma e não acreditando no que tinha tropeçado! Era a lápide, sem tirar nem por! Agarro-a envolva-o no papel que tinha trazido juntamente com o plástico. Utilizei a minha velocidade de vampira para sair daquela gruta não olhando para trás. Pensando na alucinação... Ainda doía ter perdido o meu pai para sempre e era uma dor que estaria sempre em mim marcada. Um por um... eu sabia que ia assistir à morte de todos os meus entes queridos sem nunca envelhecer, enquanto todos eles iriam passar pelo processo. Afastei esses pensamentos despachando-me para regressar a Mystic Falls.

A entrega

Chegara ao bar de Richmond e a velhota misteriosa e sinistra já lá se encontrava. Respiro fundo, enquanto os meus sapatos de salto alto ecoavam pelo chão da calçada. Empurro a porta para entrar e dirijo-me à mesa onde ela estava sentada.
-Aqui tem aquilo que me pediu. - Digo num leve murmúrio para ninguém ouvir. - Mas é melhor dar-lhe isto... num sítio menos público. - Sugiro levantando-me de seguida enquanto ela faz o mesmo e nos dirigimos para um beco ali perto. Tiro a lápide com um aspecto antiquíssimo e desgastado que estava bem protegida com o papel e o plástico. Ela desembrulha o conteúdo e olha-a atentamente com aqueles olhos negros e capaz de assustar alguém. A mulher era completamente sinistra e só de estar ao pé dela me dava arrepios. Só queria que tudo aquilo acabasse bem depressa. Ela acena afirmativamente com a cabeça, agarrando-me a mão transferindo-me algum tipo de energia vital! Eu não era capaz de descrever mas não poderia, de todo, dizer que era uma má sensação... na verdade, até era boa. E, assim, como tão misteriosamente apareceu, ela desapareceu por entre o beco sem sequer me deixar agradecer.



Caroline {Carol} Forbes
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