Vampires Diaries RPG
Se perca em um mundo desconhecido, cheio de mistérios, magias e perigos. Uma pacata cidade que esconde em suas avenidas histórias inimagináveis. Onde a morte, que outrora era a única certeza da vida, se torna tão duvidosa quanto os pensamentos distintos que todos escondem em seu subconsciente. Seres sobrenaturais vagam naturalmente no meio dos humanos, em uma rotina nada normal. E segredos são descobertos a cada instante.
Venha conhecer a cidade mais surreal dos Estados Unidos, Mystic Falls.

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Elena Gilbert

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Elena Gilbert

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MensagemAssunto: Elena Gilbert Qui 17 Out 2013 - 8:54

Missões
Elena Gilbert

Encontro

O telefone tocava, a tarde estava tão fria que só de pensar em sair debaixo da coberta que me cobria para ir em direção ao celular, eu sentia calafrios, então hesitei. Porém no apogeu da terceira tentativa me vi obrigada a realizar um esforço. O número desconhecido reluzia na tela do IPhone, toquei de leve no ícone de chamada do mesmo, ainda com certo receio, a voz doce do outro lado mostrou-se nervosa. Xerife Forbes, indaguei em meus pensamentos ainda escutando o que ela falava. Como seu medo era evidente na tonalidade de sua voz, levei certo tempo para conseguir entender o que ela esboçava. "Gatos", animais tão dóceis estavam se tornando agressivos e ela acreditava, enfim, que eles poderiam estar possuídos de acordo com uma lenda antiga que era contada pelos mais velhos. Não pude conter uma risada, com tantos problemas pessoais ainda era obrigada a acreditar em mais lendas, como se as que eu vivo não fossem suficientes. Quando reparou que minha voz permanecia incrédula em relação aqueles fatos, ela prosseguiu com mais raiva e rapidez, explicando que ninguém, além de mim, estava disponível naquele momento e que ela precisava de ajuda. Não pude entender na primeira vez o que ela queria de mim, mas depois de três repetições isso se tornou claro: Ela queria nada mais e nada menos que um gato para algum tipo de experiência, ou outra coisa.

Respirei profundamente, observando o vento que embaçava a janela da sala, desliguei o telefone esperando uma mensagem com coordenadas diretas sobre onde estariam aqueles "gatos" especiais. Foram poucos minutos até que o torpedo chegasse, se tratava de uma mansão escondida na floresta, estava quase em ruínas e muitas lendas rondavam aquele lugar, como já era clichê, me senti ainda mais decepcionada em ter que enfrentar a tarde gélida, quase à toa.

A procura

O carro negro rolava pelas avenidas vazias da pequena cidade, era estranho encontrar algum ser corajoso se aventurando naquelas estradas desertas. Como costumeiro pegava um atalho até a floresta, atalho esse que depois de um certo tempo só conseguia ser percorrido caminhando. As botas afundavam nas folhas secas e mórbidas, esboçando barulhos irritantes, apesar de se tornar apenas audível por causa do silêncio extasiante daquele local. Depois de longos minutos caminhando, no ponto de desistência, avistei a humilde casa quase desmoronando, ao seu redor se viam apenas grandes árvores secas e corvos rondando o sótão. Pela primeira impressão já saberia o porquê de tantas lendas naquele local. Aproximei-me da entrada, a porta ainda permanecia fechada, as folhas secas rodeavam a varanda, com alguns estilhaços da parede espalhados pelo chão, na maçaneta tinha uma estatueta estranha, parecia até mesmo um bicho. Empurrei a porta com precisão, ouvindo o ranger que ela esboçava, a dificuldade de abrir se tornou maior pelo fato dela ter arriado e encontrar-se muito rente ao chão. Adentrei no local com certo receio, a casa escura tinha pequenos pontos de luz, por causa de a edificação estar corrompida, parecia normal, não havia avistado nenhum gato ou animal naquele ambiente.

Subi lentamente os degraus que levavam para o segundo andar quando tive a impressão de estar sendo seguida, meus pensamentos me levavam a imaginar que um vulto negro me acompanhava, espantei esses pensamentos e prossegui. O segundo parecia tão inerte quanto o primeiro, ainda mais mórbido e gélido. Subi o olhar para o teto e apenas reparei extensas teias de aranha. Revirei os olhos, soprando a franja que pairava sobre os olhos. "Como imaginei, nada além de traças” , esbocei com o intuito de voltar para casa, peguei o celular preso ao bolso e ao discar o número da xerife, observei inúmeros olhos felinos ao meu redor, tinha em torno de uns quinze animais, ameaçadores. As botas arranharam o assoalho, em busca contínua da fuga, mas aquilo parecia tão errôneo, os animais pareciam normais quando a direção mudava e eles estavam sobre a luz. Respirei, espantando os animais que correram desesperados e me apoiei em um armário velho e inacabado.

Ia apenas respirar um pouco e prosseguir, avisando a Liz que não havia conseguido nada além de me deparar com gatos assustados e abandonados, quando um barulho se fez presente. Ouvia um ruído estranho corrompendo o assoalho e vindo em minha direção. Os olhos amarelados iluminaram a penumbra que corrompia o último cômodo daquele andar, penumbra essa que assolava o pelo negro daquele animal que tinha um porte maior, diferente dos animais anteriores. Afastei-me indo em direção à janela de vidro, que permanecia intacta, o gato parecia não possuir medo de nada, suas presas afiadas me encaravam de forma fugaz. Logo as veias saltavam do meu rosto e meus olhos queimavam em uma vermelhidão compulsiva. O bichano saltava em minha direção, com as garras afiadas, deixando em meu braços marcas de arranhões, com um tapa afastei o mesmo, o deixando ainda mais irritado. Logo sua velocidade aumentava e agressividade se tornava onipresente, com a velocidade extrema, consegui desviar de seus ataques, o deixando cansado, mas sem causar a sua desistência.

Precisava pensar um pouco antes de fazer qualquer coisa, tinha que levar aquele animal horrendo para a Xerife Forbes, então ele tinha que estar vivo, mas desacordado. Percebia que a cada ataque ele vinha com mais precisão, rapidez e força, observei a janela de vidro que agora estava em minha frente, corri então em direção à mesma, chamando o animal para mim, de forma irônica e vendo nos olhos dele, aqueles olhos amarelados e perversos, a raiva que ele tinha de mim. O mesmo, como esperado, saltou desesperadamente em minha direção, por minha vez utilizei o máximo de velocidade possível, e desviei, deixando o mesmo atritar toda sua impulsividade e força contra a janela, caindo ao chão, desmaiado. O vidro, que era temperado, continuou intacto, a única coisa intacta naquela mansão. Satisfeita assim, agarrei o bichano em minhas mãos, arranhando o salto pela escadaria da casa, e colocando o mesmo dentro de uma pequena caixinha de ferro, com pequenos furos e presa com um cadeado forte, que se encontrava dentro do carro. Agora era só entregar o felino à Xerife Forbes.
A entrega

Estacionei na entrada da delegacia, buscando pela Liz Forbes, o animal parecia estar acordando, ou talvez fosse mero receio daquilo acontecer, já que estava fragilizada pela falta de sangue. Adentrei no grande edifício municipal, procurando naqueles homens e naquelas mulheres fardadas, os fios loiros da Xerife. Foram alguns passos até que ela viesse em minha direção. Seu olhar se direcionou rapidamente para a caixa sobre meus braços, olhar que transformou sua expressão preocupada em uma expressão aliviada, logo que ela esboçava um sorriso.

Ela queria saber detalhes sobre como conseguira capturar um animal tão agressivo, de fato não era nenhum lobo ou híbrido, mas o lendário não era tão frágil. Meus impulsos me levaram a acreditar que o animal deveria ser prematuro, mas preferi não esboçar nada além de: "É todo seu.” . Entreguei-lhe a caixa, livrando-me daquele peso "morto" e me sentindo aliviada por conseguir realizar aquele pedido.

Ela agradeceu, com os olhos brilhantes ao observar pelos pequenos buracos o animal de pelo negro, que ao primeiro ver parecia um gato normal, ainda mais adormecido. Cumprimentei-lhe uma última vez, ajeitando os fios castanhos que caiam sobre os olhos, como costumeiro, e virei o corpo em direção à saída. Depois daqueles exercícios nem a tarde parecia fria. Em meu subconsciente percebi que não deveria duvidar mais de nada, talvez toda lenda tem seu fundo de verdade, por mais irreal que pareça.



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